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sexta-feira, 26 de abril de 2013

O TEMPORA, O MORES: OS DESIGREJADOS

O Tempora, O Mores: Os Desigrejados: Para mim resta pouca dúvida de que a igreja institucional e organizada está hoje no centro de acirradas discussões em praticamente todos os ...

quinta-feira, 25 de abril de 2013

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O QUE JESUS FEZ NA HISTÓRIA PODE FAZER NA NOSSA VIDA



            Eu poderia escrever alguma coisa sobre o amor de Deus para agradar a todos, mas é preciso dizer que precisam crer em Sua Palavra. Pois se não acreditarem em Jesus Cristo a Palavra encarnada, em Sua vitória contra o pecado e a morte, não poderão usufruir dos benefícios de Sua morte e ressurreição.

Jesus mudou a história com Sua vida, Sua obra e Sua doutrina. Sua credibilidade é indiscutível. O mistério de Sua morte e ressurreição foi anunciado por Ele e por todos os seus seguidores, e, se não fosse verdade, tudo não passaria de um conto de fadas, ou folclore dos povos do Oriente Médio ou de um grande golpe de um homem de Nazaré e não lhe daríamos qualquer crédito.

O túmulo está vazio. Cristo (que quer dizer enviado), Jesus, nosso Senhor, venceu o pecado e a morte.

Nas diversas tradições religiosas os seus mortos são venerados, mas no cristianismo puro e simples, somente o Cristo vivo é adorado, pois Ele deixou o Seu tumulo vazio quando ressuscitou.

Deus não foi surpreendido pela vitória de Seu Cristo contra o pecado ou pela Sua ressurreição. Foi tudo como planejado por Deus e prometido pelos profetas do Antigo Testamento. Jesus morreu por mãos humanas, para salvar a própria humanidade de seu fracasso espiritual.

Cristo não permaneceu morto, mas Deus o ressuscitou.

Desde o começo vemos o amor de Deus em ação, pelo poder de Sua Palavra trazendo a existência do nada todas as coisas na gênesis do universo (Genesis 1.3), fazendo sair da sepultura um homem que voltou a morrer (João 11.43); mas, Jesus é o filho de Deus e está vivo em cumprimento da promessa que, “Deus a cumpriu plenamente a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: “Tu és meu filho, eu, hoje, te gerei.” E, que Deus o ressuscitou dentre os mortos para que jamais voltasse à corrupção,” (Atos 13.33, 34a).  

Eu gostaria de animar você e de ver suas esperanças e a sua fé nascer ou se renovar e fortalecer, mas somente Deus pode fazer isso, no entanto eu não poderia deixar de te dizer que da obra de Jesus Cristo na sua encarnação, morte e ressurreição, você pode esperar uma ação salvadora, libertadora e transformadora, essa é a verdadeira motivação para a nossa vida: somos filhos de um Deus vivo. Somos filhos de um Deus que age na história e também na minha e na sua história. 

Eu e você podemos orar hoje e confiar a Jesus Cristo a nossa vida, reconhecendo que somente Ele pode nos salvar da morte eterna e que Ele é mais que um homem de Nazaré! Ele é o filho de Deus como Ele mesmo diz, Ele é o Deus encarnado!
  
Anatote Lopes, IPB, 2013

sábado, 6 de abril de 2013

SURPREENDENTE TEOLOGIA E VIDA DE MARCOS FELICIANO

    O Deputado e pastor Marcos Feliciano me deixa envergonhado, porque disse uma verdade hoje e tem que responder para todo o Brasil por tudo que já disse antes, e, encara corajosamente este desafio. Apesar de tantos processos ainda é ficha limpa, pois nunca foi condenado e tem o direito de ter presumida a sua inocência, tal não é a situação de outros deputados deixados em paz quando ele ficou em evidencia.


Feliciano está sendo atacado pelos ativistas só agora, porque foi corajoso e chamou para si a responsabilidade política, profética e escatológica da CDHM – Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a comissão parlamentar que encaminhava o financiamento da Parada do Orgulho Gay e do Movimento LGBT.


Mesmo que a sua teologia, estilo de vida e de pregação não tenha a minha adesão e aprovação, Feliciano me deixa com vergonha do seguimento do cristianismo que faço parte. Como é antagônico a sua teologia, a meu ver, muito fraca, produzir uma atitude forte e confiante! Ainda tem cristãos tradicionalistas no seu encalço tentando impedir que outros o apoiem, os quais passam o dia na internet detonando com os pentecostais e neo pentecostais. O Deus soberano da nossa teologia está com Feliciano enquanto alguns dos nossos, das igrejas históricas, estão com Baco!


Posam de apologistas e agora? Acovardam-se aos montes em cima do muro! Como se os ativistas ateístas e gaysistas não fossem hereges! Os ativistas oponentes de Feliciano nos detonam como fundamentalistas juntamente com o grupo de Feliciano e nós ficamos em cima do muro. Os nossos doutores e mestres descansam preguiçosamente sobre o muro por que julgam ser o muro um lugar mais seguro. Esqueceram afinal que o muro pertence ao diabo? O diabo é o dono do muro da omissão, por isso ele ainda não os incomoda. Ele que leva a vantagem do silêncio da omissão. Acorda Igreja! O sapo na água morna terá menos chance de sobreviver quando a água esquentar.


Em cada ponto para o debate, o nosso posicionamento deve ser feito sem o ímpeto preconceituoso transportado de demandas antigas. A omissão e a covardia é um pecado. Penso no sentido do slogan "Teologia e Vida"; se não é coerente vida com teologia, os nossos filósofos e teólogos deveriam mesmo fazer uma teologia para a mente e outra para o corpo. Ou então que divorciem logo as duas coisas no discurso, porque na prática muitos já tem distanciado a vida da teologia.


Infelizmente ou felizmente, com o fogo amigo, Feliciano sempre teve de conviver, com a oposição daqueles que não prestam serviço algum ao evangelho, e sim desserviço a Igreja e difamação de pastores. Consequentemente a si próprios difamam, pois todo cristianismo é afetado pelos escândalos e pela difamação. Este irmão Feliciano que nunca oferecera uma reação violenta ao receber a critica conservadora, agora é o defensor da causa comum de todas as pessoas cristãs, de família, de moral e de bons costumes do Brasil. O MARCOS FELICIANO AGORA ME REPRESENTA.


Cadê os corajosos apologistas de rabos entre as pernas e orelhas murchas? Não vão atacar a heresia do neo ateísmo e do ativismo abortista, gaysista e anti-cristão? Só enfrentam a quem não oferece reação? Enquanto isso o Feliciano corajosamente com seus parcos recursos teológicos e lógicos luta pelo direito de todos os protestantes históricos ousadamente declararem a autoridade da Bíblia para orientar a sua fé e a sua prática e fornecer a moral para a vida cristã e para a sexualidade.



Anatote Lopes, Ministro Presbiteriano;
Dracena-SP, 4 de abril de 2013.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

“ELES SE DEDICAVAM AO ENSINO DOS APÓSTOLOS E A COMUNHÃO, AO PARTIR DO PÃO E ÀS ORAÇÕES.” (Atos 2.42).



(Por Anatote Lopes, apresentação do tema para o biênio 2013-2014)


O tema para este biênio apresenta o que a Igreja verdadeira faz e vivencia, conforme está expresso em Atos 2.42: Eles se dedicavam ao ensino dos Apóstolos, a Comunhão, ao Partir do Pão e às orações”. Desde o começo da Igreja os cristãos perseveram nestas obras.

Anteriormente apresentamos como é nossa igreja: Autêntica, Reformada, Moderna e Transformadora; estas características devem permanecer e correspondem à identidade da igreja: sua origem histórica, herança apostólica, legado da reforma, sua eclesiologia e confessionalidade presbiteriana.

Assumimos compromissos quando da admissão nesta igreja, fazemos votos quando somos ordenados ministros, presbíteros e diáconos, nos comprometemos publicamente com Deus e com a Igreja e conhecemos nossos direitos e deveres, dos quais, Deus nos dá privilégios e também nos pede contas.

A obediência ao governo da Igreja colabora para o seu crescimento, porém a rebelião promove desordem, divisão, desanimo e decrescimento. A rebelião é diabólica e pode ser claramente identificada na desobediência às orientações que emanam da Palavra de Deus ministrada a nós pelos oficiais da Igreja, exceto quando se tornam hereges, idolatras ou blasfemos. 

O ensino bíblico não é opinião do pastor ou do Conselho, mas é a Verdade das Escrituras que precisam ser acolhidas no coração, é o ensino de Cristo e dos apóstolos e deve fazer parte da vida pessoal e comunitária.

Nossa continuidade depende dos que estão lá fora, os quais, ao entrarem, receberão o mesmo ensino. Começamos com a Evangelização e continuamos com a dedicação descrita em Atos 2.42 sendo santificados, perseveramos na comunhão, no partir do pão, nas orações, crescendo espiritualmente e em número até o retorno de nosso Senhor. 

A Igreja recebe a norma emanada da Bíblia, faz o que a Bíblia manda, do contrário não é verdadeiramente Igreja. Sendo Igreja cumpre a Palavra de Deus e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.