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sexta-feira, 21 de junho de 2013

O QUE É PIOR DO QUE O INFERNO: O SENHOR VEIO NOS LIVRAR DO PECADO

Mas, afinal de quê o senhor Jesus veio salvar o seu povo? Foi do pecado que o Senhor veio nos salvar. É necessário que se tenha a consciência de que o pecado afeta a toda humanidade e de que o pecado é um inimigo terrível que só pode ser vencido por um salvador divino. O inferno é tão somente a condenação pelo pecado. Mas, estando cientes de que pelo pecado a humanidade está totalmente depravada, perdida e precisa de salvação, precisamos crer que Jesus Cristo é o único e suficiente salvador.

A resposta está em Mateus 1.21, "porque ele salvará o seu povo dos pecados deles", logo, antes de temermos o fogo do inferno, o qual não nos alcança nestes dias, devemos saber que Jesus veio nos salvar dos nossos pecados. Todos os pecadores precisam ser libertos do pecado, o qual é o nosso mais terrível inimigo. Não é bom termos nenhuma familiaridade com o pecado, mas sozinho seria impossível vencer esta luta. Aquele que nos livra da condenação do pecado é poderoso para nos libertar do pecado, se Jesus pode garantir a nossa salvação no futuro, também pode nos transformar no presente.

Muitos falam que a salvação é pela graça e não por nossos merecimentos, ou, por obras. Não merecemos a salvação com também não somos capazes de salvarmos a nós mesmos do pecado, precisamos de socorro, realmente é pela graça, mas Jesus é quem nos salva pela graça, e quem, também, não muda o status do pecado, mas transforma o pecador perdoado e purificado no seu sangue, pois o pecado continua sendo terrível, destruidor e nojento, senão fosse assim, o filho de Deus não viria para nos salvar dos nossos pecados. Não seria preciso. Agora nos tornamos pecadores perdoados e santificados, pois o Senhor nos salvou dos nossos pecados.

Não importa quantos e quais sejam os seus pecados, Ele nos elegeu antes da fundação do mundo para sermos salvos, nos ama quando nós ainda somos pecadores, começou a pregar arrependimento, perdão e abriu-nos a porta do Seu reino a nós. A obra de Cristo é confirmada hoje em sua vida se você crer nesta boa notícia, sentir-se chamado à salvação, mas a Sua obra começada antes da fundação do mundo foi consumada na Cruz, onde ele morreu para remir o pecador da sentença de condenação pelo Seu pecado. 

Assim pelo sangue de Jesus Cristo somos purificados, pelo seu amor reconciliados e pelo seu Espírito Santo somos capacitados a guardar à fé e a esperança nos nossos corações, somos santificados até a Sua volta, pois ele morreu por nós, mas ressuscitou, e, persevera conosco vivo e atuante pelo seu Espírito que em nós habita. Pois disse Jesus, “eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.” (Mt 28.20). (Anatote Lopes, IPB, 2013).

quarta-feira, 19 de junho de 2013

POR UMA REFORMA PROFUNDA DO ESTADO E DA SOCIEDADE

Porque não ouvimos esta sinceridade antes? E, porque não, mesmo do Governo que, prometeu "cortar na própria carne" mas, protegeu os mensaleiros condenados que deviam estar presos? Agora, querem, sentar-se na cadeira para julgar o próprio processo, não sem antes aprovar a PEC 37, a PEC da impunidade e imunidade aos corruptos. Para isso devia existir uma "Comissão da Verdade"! Uma reparação, afinal, o povo foi ultrajado. Temos que aguentar ainda, chegarem os esquerdistas da situação tentando justificar a corrupção pelos erros do passado! O PSDB é esquerda igual ao PT, da mesma natureza, sem rumo e sem noção depois da falência das utopias sociais que, caíram com o muro de Berlim. Afinal são filhos da mesma mãe (de péssima reputação).

Esse discurso honesto é surpreendente! Nunca se ouviu no Planalto Central discurso assim! Mesmo deles, dos petistas esquerdistas e dos partidos anões da ‘esquerda das minorias’ especialistas em demagogia que, apoiam o governo e fornecem a eles os militantes mais radicais. Porque agora de São Paulo? Dá pseudo oposição? Mas, contra o PT vale a pena... Tendo-se eles afirmado serem os depositários da honestidade e da ética na política, endemonizado o famigerado PSDB, deviam eles dizer a verdade ao povo! O PSDB é a esquerda parceira do PT, mas que estes seguiram caminhos diferentes para se perpetuarem no poder. O PT traiu o PSDB, roubando-lhe o plano de governo e o discurso, impingindo-lhe a alcunha de direita, mas, decepcionaram-nos muito mais, resultando nessa quantidade de protestos, como nós, “que somos jovens” nunca vimos antes!

Que tal estes partidos majoritários da esquerda brasileira, começarem a tomar vergonha na cara e começarem a fazer uma verdadeira reforma estrutural do Governo. Para começar, fechando 30 ministérios e milhares de empregos em mais de 500 gabinetes que não produzem nada, tantos outros centenas ou milhares nos estados e municípios que, servem de cabide de emprego para os “companheiros” e não para quem precisa de emprego e quer trabalhar. Que tal colocar em prática a ética perdida do discurso. Um bom começo para os petistas: entregando-se a polícia e aguardando o exame de seus recursos. Mas... Que tal a Policia Federal quebrar as próprias algemas que o Executivo lhes impôs e cumprir os mandatos de prisão contra os criminosos do topo do governo? As polícias e os militares começarem a trabalhar contra os corruptos dentro das corporações e do Estado para servirem de exemplo e para iniciarmos uma reforma política e antes de tudo ética neste país! Os amigos que sentirem o desejo de aliviar a angústia do cárcere do Dirceu e outros criminosos que, levem a ele um bolo, mas de seja de fubá e não de propina e de impunidade. Que tal começarem a acatar o Direito Constitucional e a respeitarem ao povo, e, antes de tudo, a Deus, neste país. (Anatote Lopes, IPB, 2013).

segunda-feira, 10 de junho de 2013

TODO PECADO É UMA MENTIRA

A obediência a Deus é melhor do que a felicidade, porque a obediência a Deus é fonte de vida e a verdadeira e infinita felicidade só pode resultar da obediência a Deus. A obediência a Deus é movida pela fé verdadeira, a qual é recebida pela graça de Deus, e este mover acontece no poder do Espírito Santo. 

Pecado é desobedecer a Deus e surgiu da mentira do diabo. Inveja e ciúmes são pecados tão comuns, mas não menos odiosos que toda sorte de impureza e prostituição. Não tenha inveja de ninguém e nem ciúmes, porque isso não é de Deus, é da corrupção do homem e do diabo; não tenha desejo pelo que seja dos outros e não considere que seja seu nada do que possua.

A mentira na sua boca é pior do que a fome, porque é totalmente do diabo que a tudo seca e mata. Não minta para viver, não viva mentindo, diga sempre a verdade mesmo que decepcione todo mundo, mesmo que venham te odiar. 

Contenta-te com o amor de Deus, do único Salvador, o qual Deus nos deu, seu Filho Jesus Cristo, para ser o único mediador, o qual foi morto, crucificado, ressuscitado e está vivo para nos salvar do pecado e da condenação. Creia e fale destas verdades, mesmo que venham te odiar, perseguir e matar. 

Mentir para viver é pior do que morrer pela verdade. Os homens mentirosos trocam a verdade pela mentira que lhe convém, negando o pecado e a Verdade de Deus, e, recusando-se a obedecer a Deus em troca da felicidade falsa dos prazeres do corpo, dos bens materiais e da popularidade, mas o fim deles é a morte. 

Na verdade a felicidade do mundo é de mentira. A incredulidade é uma mentira para justificar o pecado. A negação do pecado e de Deus é o maior pretexto para a corrupção e para a imoralidade. A mentira é pecado e todo pecado é uma espécie de mentira. Só a Verdade é integra. 

Deus reprova todo tipo de pecado, tanto a incredulidade quanto a idolatria, e, toda mentira para garantir no mundo algum tipo de vantagem. Assim Jesus Cristo nos chama ao arrependimento, nos abre a porta do Seu Reino e nos dá a graça da salvação, apresentando-se como o Caminho, a Verdade e a Vida. (Anatote Lopes, IPB, 2013).

terça-feira, 4 de junho de 2013

STATUS QUO: PROFISSIONAIS DO SEXO
























 2 de junho Dia internacional das Prostitutas. Campanha do Governo: Eu sou feliz sendo prostituta. 


O governo recuou. Cancelou a campanha acima. Todo mundo sabe que a prostituição é um pecado e nunca será algo honroso, digno e aprovado pela moralidade e pela Bíblia. Não é possível que as prostitutas estejam acreditando na mentira deste governo hipócrita, pois com a legalização e a regulamentação da profissão de prostitutas elas continuarão correndo os mesmos riscos e ainda serão mais discriminadas com o status quo de profissionais do sexo. 

Uma prostituta pode se passar por uma prestigiada dama, conseguindo um cliente discreto e de boa imagem que a apresente como tal, mas, oferecendo seus serviços de forma legalizada e regulamentada, ainda não vai passar de mais uma prostituta correndo os mesmos riscos e sendo discriminada.

Suponhamos que um homem casado tem uma esposa, a qual dentro dos padrões de beleza é uma modelo, ou, mesmo se ela é uma senhora educada e uma mulher de respeito, de qualquer jeito, trata-se de um homem respeitável ao lado de uma mulher respeitável. Mas, se estiver acompanhado de uma prostituta, ela não vai passar de uma prostituta e ninguém poderá saber, e, ele é um prostituto, e, ambos precisam da ilegalidade e da clandestinidade para o autoengano e engano da sociedade e a legalização e regulamentação não mudará esta condição.

Pode parecer esdrúxula a comparação, mas, compare essa situação: um cidadão passeando numa moto de grande cilindrada, dizendo-se um motociclista, enquanto um entregador montado em um motorzinho de baixa cilindrada é um motoqueiro, de repente o que mudou foi à inclusão da modalidade “aluguel”, isso quer dizer que mesmo não tendo uma grande moto que locuplete o aficionado por motocicleta, ele pode contratar e pilotar uma moto de aluguel e pode até ser uma grande moto alugada que ele alimentará a fantasia de que a possui, mas, se a placa for vermelha ou com outra indicação de moto alugada, e, se tiver que sair com um condutor de colete grafado “moto táxi, o aficionado por moto poderá usufruir da moto alugada, mas não terá uma moto porque não enganará a si mesmo e todo mundo saberá.

O problema é muito mais grave, com consequências mais graves também. Ninguém vai se prostituir porque a prostituição está legalizada como se fosse algo apropriado, porque prostituir não é como andar de moto que, torna-se um transporte alternativo, um hobby ou uma atribuição de status quo. A prostituição é algo assim, tão antigo, e, nunca foi diferente: ninguém quer carimbar o ticket, passar o cartão e deixar um rastro, e, se alguém for visto com uma prostituta e tiver que se apresentar, não dirá que está contratando os serviços dela, mas, vai dissimular, dizer que ela é uma irmã, prima, namorada ou esposa.

A prostituição nasceu nas trevas e precisa dela. Mas, uma prostituta no final da carreira poderá interessar-se pela aposentadoria... Então, este governo nefasto, leva adiante esta ideia, como outras ideias, que surgem do vazio ideológico da esquerda marxista pós falência das utopias sociais do século XVIII. A jogada política é transformar o todo em pequenos pedaços, em grupos de minorias, parcelar em fatias a sociedade para abocanhar aos pedacinhos uma grande fatia do eleitorado, já que os mais pobres já foram comprados e guardados na “bolsa”.


Mas, vai que o pobre saca da bolsa e não vota no candidato? E se as prostitutas não entrarem nessa roubada? A esperteza não encontra limites! Como seria mais difícil tirar as mulheres de tão horrenda condição! Empurradas a isso pela miséria e pela falta de opção. A legalização e a regulamentação da profissão de prostituta, certamente oculta males maiores que saltam aos nossos olhos. 

Em vez de tirar tantas mulheres da degradação... Algo terrível já se instalou! O que hoje é imoral, ilegal e contravenção, amanhã pode estar legalizado e regulamentado. Pensem na liberação das drogas! Profissionais do Tráfico com plano de carreira, boqueiro, aviãozinho, gerente de boca e traficante! Em minha opinião, só vai ficar mais fácil para os corruptos fraudarem o INSS.

Anatote Lopes, IPB, 2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

ANIMO E FORTALEZA

25 de maio
Eu tinha uma coisa na cabeça da qual não queria vos falar antes de encaminhá-la definitivamente. Agora que é certo que ela vai dar em nada, posso contar-te tudo. Quis ir à guerra. Alimentei este projeto muito tempo aqui, dentro de mim. Foi esse o principal motivo que me levou a seguir o príncipe, que é general a serviço da ...ia. Manifestei-lhe o meu desejo em um passeio, ele conseguiu dissuadir-me do propósito, e seria mais obstinação do que capricho de minha parte não aceitar suas razões.” (J. W. Goethe). 

O poeta e escritor cristão da Alemanha Johann Wolfgang Goethe escreveu este parágrafo enigmático, porque é de seu estilo escrever assim; às vezes dilacerando o texto, jogando entre a realidade e a ficção, ocultando nomes, referencias e detalhes, pois não cita nomes e lugares verdadeiros, mas também não lhes inventa outro nome. O que pretendo mostrar aqui é que, claramente ele foi convencido a desistir da guerra por aquele que mais deveria acreditar nela. Diferentemente de quem segue a Jesus, o Rei vitorioso, o próprio Deus, nos fortalece e anima para nunca desistirmos diante das adversidades. 

O Cristão perseguido e desafiado é por Deus encorajado; mesmo quando corre o risco de ser queimado vivo. Quando existiam entre os cristãos muitos feridos e ameaçados, eles foram encorajados a vencerem a tentação de, por causa do desanimo, não comparecerem aos cultos, deixando de congregarem em suas comunidades. 

O escritor de Hebreus 10.19-31 com essa Palavra inspirada pelo Espírito Santo encoraja os crentes a resistirem às adversidades que põem em risco a sua vida espiritual. Diante das adversidades o Espírito comunica que Cristo é superior a tudo e que vale a pena continuar e prosseguir na fé, para aqueles que realmente iniciaram sua caminhada com Jesus Cristo, mostrando-lhes a liberdade em Cristo Jesus, a presença do Senhor para nos fortalecer e o nosso acesso ao pai sem os intermediários. (10.19, 20). 

Ao mesmo tempo em que nos anima com a graça e nos conclama a uma conduta correspondente a Cristo, a usufruir desse Caminho aberto por Ele, a aproximarmos de Deus com um coração puro e sincero, a manter firme a confissão da esperança, a amar o nosso próximo com amor fraternal, e, mesmo ameaçado, não deixarmos de congregar, fortalecer e de animar uns aos outros na igreja. 

Quando machucados, feridos, decepcionados, mesmo que tenhamos os nossos corpos queimados por causa da nossa fé, nunca deixaremos de lado a fé, a comunhão, a vida comunitária da igreja, a Palavra de Deus. Há muitas perseguições, ameaças, escândalos e toda sorte de adversidades que tentam nos desviar do caminho apontado na Palavra de Deus, de nosso Senhor Jesus Cristo, por isso ouçamos a Palavra de Deus que nos anima e fortalece. 

Anatote Lopes, IPB, 2013. 






quarta-feira, 22 de maio de 2013

COM MILHARES DE CAMINHOS ESPIRITUAIS E RELIGIÕES NO MUNDO APENAS UM LEVA A DEUS: A EXCLUSIVIDADE DO EVANGELHO















"É importante que cada um creia como eu creio, para que estejam comigo na glória do Pai, quando o Senhor Jesus Cristo voltar."

Eu fiz essa declaração audaciosa, bombástica, absoluta, exclusivista e politicamente incorreta... De propósito...

Expressei a convicção e a firmeza da minha fé, o meu amor pela humanidade e a certeza da minha salvação.

Àqueles que me conhecem e estão neste caminho devem ter entendido que, esta firmeza, convicção e coragem é o que me faz compartilhar o que creio: O próprio Evangelho, o qual é o Poder de Deus para salvação de todo o que nele crer. (Romanos 1.16).

Demonstrei em seguida o que de fato é o Evangelho. O Evangelho é JESUS: O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA.

Não existe nada mais absoluto e exclusivo do que o Evangelho!

Esta é a minha convicção. Jesus não perdeu tempo vindo ao mundo, não sofreu, sangrou, morreu e ressuscitou para ser  apenas mais uma alternativa entre milhares. Ele nos amou e veio para nos salvar e fora dele não há salvação.

Ele e mais ninguém e nada mais é o Salvador, o Filho do Deus Vivo, a plenitude do Espírito Santo e o único que trás Deus ao mundo e que leva o mundo a Deus.

Eu quero expressar a minha convicção de que eu estou no Caminho Certo e que não há outro, e, depois de apresentar o Caminho certo que é Jesus, a Verdade; desejo com muito amor, que você creia, para que seja salvo, por Aquele que primeiro nos amou e morreu por nós para nos dar Nele a vida eterna, sendo Ele o primeiro a ressurgir dos mortos para viver eternamente.

Eu quero compartilhar a maravilhosa graça que eu recebi! Quando eu digo que é importante que as pessoas creiam como eu, demonstro a minha vocação missionária, de ensinar O Caminho às pessoas, e, quando eu digo para que estejam comigo, eu compartilho do amor de Cristo,  afinal, Ele diz: "para que onde eu estou, estejais vós também" (João 14.4).

Ele diz que creiamos Nele para que estejamos com Ele para sempre. Este amor de Jesus é o que me leva a pregar o Evangelho.

Eu prego o Evangelho e nada mais que o Evangelho: o poder de Deus para salvação de todo aquele que nele crer. Estou certo que, se esse Evangelho for adulterado ou falsificado não poderá salvar alguém.

A exclusividade do Evangelho é Cristo, pois Ele é o próprio Evangelho. Desta Verdade aprendemos que, fomos salvos da mesma forma que o ladrão da cruz: não importa a experiencia religiosa ou antirreligiosa que tivemos ou que procuramos, ou  a que você teve ou procura, e, questões secundarias, de interesse daqueles que já vivenciaram a fé em Jesus Cristo, e Este segundo o Evangelho expresso nas páginas dos evangelhos canônicos.

O foco na nossa experiência é o problema. Porque estamos contaminados, às vezes inconscientemente, com o sentimento religioso de que podemos encontrar uma forma de nos salvar por nós mesmos, mas, a obra da salvação é realmente realizada por Jesus Cristo, pela sua exclusiva obra e por Seus merecimentos. 

A salvação é confirmada mediante a nossa fé e tem consequências e implicações éticas profundas na nossa vida. Isto é claro, e fica muito mais claro, quando encontramos o Evangelho conforme Jesus Cristo nos ensinou, como Ele pregava; assim eu prego: "arrependei-vos e crede no Evangelho." (Marcos 1.15). 

Anatote Lopes, IPB, 2013.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O LIVRE EXAME DAS ESCRITURAS SAGRADAS

Seja livre para o LIVRE EXAME DAS ESCRITURAS SAGRADAS. Para evitar os erros de interpretação, aprenda interpretar bem as Escrituras, e, também aprenda os idiomas bíblicos para não ficar refém da interpretação disposta nas diversas traduções.

Não existe proibição ao livre exame, antes existe, a reprovação de Jesus Cristo a recusar-se conhecer as Escrituras e o poder de Deus. (Mt 22.29).

Antes que alguém venha dizer que "Nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação..." Como às vezes apelam os papistas (texto normalmente usado pelos papistas para dizer que somente o magistério da Igreja tem autorização para interpretar a Bíblia e os fieis só podem repetir o que diz a Igreja em sua Tradição), prossiga na leitura, "mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo" (2 Pedro 1.20, 21). Ou seja, eles não interpretaram para nos dar as Escrituras porque receberam a revelação direta, mas nós temos a necessidade de interpretar o que nos foi entregue em outro idioma, por autores de outra cultura e época.

Este trabalho é tão necessário e importante que não podemos confiar a mestres que não tenham sido aprovados, nem a outros, quando no dia-a-dia podemos fazê-lo; é bom sempre conferir como os irmãos de Beréia, que até ao apóstolo Paulo fizeram passar pelo crivo das Escrituras. (Atos 17.11). 

Mesmo sendo ávidos por recebê-la, os bereianos ouviam a interpretação do apóstolo conferindo se de fato era assim como ele ensinava. 

Não é errado o livre exame, nem errado confiar em mestres aprovados, obreiros que não tem do que se envergonhar e que manejam bem a Palavra da Verdade (II Timóteo 2.15).

É muito errado quando uma Tradição quer fazer a sua consciência refém de uma interpretação, pela imposição de uma norma eclesiástica, pela reivindicação da autoridade de um Magistério, a fim de fazê-lo estupidamente refém de uma tradição religiosa. 

Logo, a autoridade equiparada entre a Bíblia, a Tradição e o Magistério só se justifica por um sectarismo religioso ensoberbecido de uma tradição religiosa insegura e historicamente autoritária e sanguinária que, não se submete ao acurado exame; por isso durante muito tempo mantiveram os textos sagrados proibidos até para o baixo clero da Igreja. 

O acesso às Escrituras hoje, a todos os cristãos, deve-se a luta dos pré-reformadores, reformadores e reformados para que, a Bíblia estivesse traduzida nas mãos de todo o povo, quanto pela publicação do Novo Testamento Grego e do Antigo Testamento em Hebraico.


Anatote Lopes, IPB, 2013.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O QUE É UM PASTOR: MITOS E VERDADES

Normalmente os mitos sobre a figura do líder evan-gélico ou do pastor são cons-truídos pelas pessoas precon-ceituosas ou pelas fanáticas. Es-sas pessoas são sectárias de re-ligiões e filosofias cristãs, não cristãs, ateístas e agnósticas.
A maior fonte criadora de mitos sobre o pastor é a massa insatisfeita, dissidente ou desi-grejada que, teve a sua expec-tativa frustrada com relação ao seu pastor, ou teve uma decep-ção religiosa profunda, cuja res-ponsabilidade recaiu sobre o seu líder.
Essas pessoas, às veses, preconceituosas ou fanáticas, agora, procuram convencer ao máximo as outras pessoas que, todos os pastores são milionários e que a maioria dos pastores seja semelhante ao padrão caricaturado pela sua experiência ou pelo estereotipo dos tele-evangelistas.
As pessoas constroem mitos de que os pastores são homens transcendentes dotados de poderes espetaculares, imunes às tentações e necessidades da humanidade. As pessoas migram da primeira classe de mitos para a segunda facilmente; são os fanáticos de hoje que vão peregrinar amanhã no caminho dos religiosos insatisfeitos, dissidentes e desigrejados.
Essa ignorância é digna de pena. Pois tentam comunicar que, o que se apresenta na televisão é o padrão do líder ou pastor evangélico brasileiro, quando eles nem perto chegam do percentual de 0,001% dos pastores.
 Acredita-se que o pastor é um homem rico ou imune às necessidades, alegre o tempo todo, sem problemas emocionais e com a capacidade de vencer qualquer tentação ou adversidade.
O primeiro mito é que pastor não trabalha e não ajuda as pessoas, mas vive a cobiçar o dinheiro das pobres almas dos seres humanos ou são homens santos que oram o dia inteiro e sublimam suas necessidades com a espiritualidade, além de transferirem sua energia espiritual excedente aos fracos com orações miraculosas.
A grande maioria dos pastores trabalha em outras atividades seculares como empregados ou profissionais liberais, enquanto pastoreiam em um segundo ou terceiro turno de carga horária de trabalho, junto a uma ou mais igrejas pequenas ou médias, nas quais são os pastores e seus familiares os maiores contribuintes.
O mundo e o nosso país é muito grande e as pessoas não conhecem a realidade de outras comunidades, e, até mesmo, pastores, ignoram a realidade de outros pastores e rebanhos.
O sustento pastoral é concedido em contrapartida à exigência da dedicação exclusiva, o que não desobriga o pastor de seus cuidados e deveres materiais, emocionais e espirituais junto a sua família. Esse suprimento que todos nós temos necessidade o pastor também tem, e, necessita do cuidado material, emocional e espiritual de outras pessoas, o que acontece, mais ou menos, dentro das condições da classe social da comunidade de fé.
O segundo mito é que pastor é rico e feliz, ou seja, não tem problemas emocionais e financeiros. Para uns o pastor não pode ser rico e deve ser muito sério e para outros se ele não for rico e bem humorado não é abençoado por Deus.
Infelizmente não são poucos os pastores que vivem na pobreza. Anualmente, mais de 1600 pastores das diversas denominações abandonam o ministério pastoral por causa das dificuldades da pobreza. Mas, não apenas por causa da pobreza; as pressões vividas pelos pastores são tanto orçamentárias, quanto inerentes ao trabalho pastoral, que está entre os trabalhos mais árduos do mundo, lidando com as dores, angustias e tensões emocionais da agenda pastoral e eclesiástica. Os pastores ainda sofrem discriminação crescente e acelerada e grande desvalorização, trazendo enfermidades físicas e psicológicas sobre as famílias pastorais.
O luxo dos televangelistas milionários pode acabar e o sofrimento de muitos pastores anônimos e de suas famílias pode ser amenizado quando as pessoas procurarem igrejas, nas quais a maioria de seus pastores recebem côngruas modestas ou trabalham eles, suas esposas, filhos e filhas muitas vezes na indústria, no comercio, no serviço público ou em outras áreas, para levantar o sustento familiar e das igrejas.
O terceiro mito é que os pastores são homens que não serviram para outra coisa. Eu conheço mais pessoas que não conseguiram serem pastores e foram fazer outra coisa; chegaram ao seminário, mas não suportaram a agenda acadêmica de extensa bibliografia, metodologia exigente, excesso de leituras obrigatórias, estudos linguísticos, exegéticos e hermenêuticos e uma quantidade enorme de trabalhos acadêmicos na formação pastoral. Pensavam que se tratava de um caminho suave, logo descobriram que, com menos esforço se formariam administradores, advogados, médicos, etc.
Outro mito é que qualquer um pode ser pastor. Somam-se às dificuldades da formação pastoral a aceitação pela igreja. Muitos desejaram os cargos dos pastores, mas não conseguiram sequer, a aprovação das igrejas para serem enviados aos seminários. Outros foram eliminados no processo. Certamente os rejeitados pela Noiva também estão por ai difamando os pastores, alguns dentro das igrejas e outros já estão fora dela.
Fato é que muitos pastores deixaram o ministério e se adaptaram a novas atividades, mas muitos outros em tempo parcial desempenham outras atividades, são pastores e também são professores, advogados, médicos, etc. Existem também àqueles que desistiram do pastorado para manter o padrão social e econômico que a dedicação em outras atividades proporciona.
Os mitos são construídos em casos de exceção e não de regra, por isso não se fundamentam. O líder evangélico ou o pastor recebe das pessoas preconceituosas e fanáticas o status de celebridade. As expectativas frustradas, as decepções religiosas produzem uma generalizadora e maliciosa aversão à figura do pastor.
Mas, existe um problema ainda maior, a desconstrução do padrão bíblico para a moralidade, a sexualidade e para experiência religiosa. A Bíblia diz que os pastores se tornam “modelo do rebanho”. (I Pe 5.2,3). A militância imoral e anticristã tenta desmoralizar não apenas o líder, mas, com ele, todo o cristianismo. Eles querem comunicar à sociedade que um líder cristão, o pastor ou padre (equivalente do pastor no catolicismo) é imoral e pervertido para justificar a imoralidade e a perversão e destruir os padrões universais do cristianismo.
Os religiosos insatisfeitos, dissidentes e desigrejados e os falsos pastores e irmãos são cooptados para fazer esse serviço do cão, como um fogo amigo contra nós mesmos, pois é certo que temos nossas mazelas, as quais devem ser tratadas dentro dos limites da igreja, pois não são aprovadas e não servem para justificar nem os de dentro e nem o de fora das igrejas, mas precisam ser corrigidas por nos mesmos.
A graça e o amor de Deus não justificam o comportamento reprovável dos pastores e de nenhum cristão. As coisas reprováveis no ministério pastoral são reprováveis na conduta de todos os cristãos porque são incompatíveis com o Espírito do cristianismo e com o principio recorrente das Escrituras Sagradas. Detonar um pastor é para eles detonar o cristianismo e a Bíblia. Não sejamos ingênuos.
Deus se deleita em nos justificar, declarando-nos justos por causa da morte de Cristo, mas ele também santifica para si o seu povo, isto é, ele nos imprime uma maneira santa de viver, é verdade que existem falsos pastores e falsos irmãos, mas devemos ser confiantes que há entre nós crentes verdadeiros, justificados e santificados e os erros apontados são anomalias que podem e devem ser corrigidas.
Mas infelizmente, a persistência no pecado indica uma fé falsa, sem lugar no Reino de Deus. “Os de fora, porém, Deus os julgará. Expulsai, pois, de entre vós o malfeitor.”. (I Co 5.13). E, “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores [(corruptos)] herdarão o reino de Deus.” (I Co 6.9, 10).


Anatote Lopes, IPB, 2013.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O TEMPORA, O MORES: OS DESIGREJADOS

O Tempora, O Mores: Os Desigrejados: Para mim resta pouca dúvida de que a igreja institucional e organizada está hoje no centro de acirradas discussões em praticamente todos os ...

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O QUE JESUS FEZ NA HISTÓRIA PODE FAZER NA NOSSA VIDA



            Eu poderia escrever alguma coisa sobre o amor de Deus para agradar a todos, mas é preciso dizer que precisam crer em Sua Palavra. Pois se não acreditarem em Jesus Cristo a Palavra encarnada, em Sua vitória contra o pecado e a morte, não poderão usufruir dos benefícios de Sua morte e ressurreição.

Jesus mudou a história com Sua vida, Sua obra e Sua doutrina. Sua credibilidade é indiscutível. O mistério de Sua morte e ressurreição foi anunciado por Ele e por todos os seus seguidores, e, se não fosse verdade, tudo não passaria de um conto de fadas, ou folclore dos povos do Oriente Médio ou de um grande golpe de um homem de Nazaré e não lhe daríamos qualquer crédito.

O túmulo está vazio. Cristo (que quer dizer enviado), Jesus, nosso Senhor, venceu o pecado e a morte.

Nas diversas tradições religiosas os seus mortos são venerados, mas no cristianismo puro e simples, somente o Cristo vivo é adorado, pois Ele deixou o Seu tumulo vazio quando ressuscitou.

Deus não foi surpreendido pela vitória de Seu Cristo contra o pecado ou pela Sua ressurreição. Foi tudo como planejado por Deus e prometido pelos profetas do Antigo Testamento. Jesus morreu por mãos humanas, para salvar a própria humanidade de seu fracasso espiritual.

Cristo não permaneceu morto, mas Deus o ressuscitou.

Desde o começo vemos o amor de Deus em ação, pelo poder de Sua Palavra trazendo a existência do nada todas as coisas na gênesis do universo (Genesis 1.3), fazendo sair da sepultura um homem que voltou a morrer (João 11.43); mas, Jesus é o filho de Deus e está vivo em cumprimento da promessa que, “Deus a cumpriu plenamente a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: “Tu és meu filho, eu, hoje, te gerei.” E, que Deus o ressuscitou dentre os mortos para que jamais voltasse à corrupção,” (Atos 13.33, 34a).  

Eu gostaria de animar você e de ver suas esperanças e a sua fé nascer ou se renovar e fortalecer, mas somente Deus pode fazer isso, no entanto eu não poderia deixar de te dizer que da obra de Jesus Cristo na sua encarnação, morte e ressurreição, você pode esperar uma ação salvadora, libertadora e transformadora, essa é a verdadeira motivação para a nossa vida: somos filhos de um Deus vivo. Somos filhos de um Deus que age na história e também na minha e na sua história. 

Eu e você podemos orar hoje e confiar a Jesus Cristo a nossa vida, reconhecendo que somente Ele pode nos salvar da morte eterna e que Ele é mais que um homem de Nazaré! Ele é o filho de Deus como Ele mesmo diz, Ele é o Deus encarnado!
  
Anatote Lopes, IPB, 2013

sábado, 6 de abril de 2013

SURPREENDENTE TEOLOGIA E VIDA DE MARCOS FELICIANO

    O Deputado e pastor Marcos Feliciano me deixa envergonhado, porque disse uma verdade hoje e tem que responder para todo o Brasil por tudo que já disse antes, e, encara corajosamente este desafio. Apesar de tantos processos ainda é ficha limpa, pois nunca foi condenado e tem o direito de ter presumida a sua inocência, tal não é a situação de outros deputados deixados em paz quando ele ficou em evidencia.


Feliciano está sendo atacado pelos ativistas só agora, porque foi corajoso e chamou para si a responsabilidade política, profética e escatológica da CDHM – Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a comissão parlamentar que encaminhava o financiamento da Parada do Orgulho Gay e do Movimento LGBT.


Mesmo que a sua teologia, estilo de vida e de pregação não tenha a minha adesão e aprovação, Feliciano me deixa com vergonha do seguimento do cristianismo que faço parte. Como é antagônico a sua teologia, a meu ver, muito fraca, produzir uma atitude forte e confiante! Ainda tem cristãos tradicionalistas no seu encalço tentando impedir que outros o apoiem, os quais passam o dia na internet detonando com os pentecostais e neo pentecostais. O Deus soberano da nossa teologia está com Feliciano enquanto alguns dos nossos, das igrejas históricas, estão com Baco!


Posam de apologistas e agora? Acovardam-se aos montes em cima do muro! Como se os ativistas ateístas e gaysistas não fossem hereges! Os ativistas oponentes de Feliciano nos detonam como fundamentalistas juntamente com o grupo de Feliciano e nós ficamos em cima do muro. Os nossos doutores e mestres descansam preguiçosamente sobre o muro por que julgam ser o muro um lugar mais seguro. Esqueceram afinal que o muro pertence ao diabo? O diabo é o dono do muro da omissão, por isso ele ainda não os incomoda. Ele que leva a vantagem do silêncio da omissão. Acorda Igreja! O sapo na água morna terá menos chance de sobreviver quando a água esquentar.


Em cada ponto para o debate, o nosso posicionamento deve ser feito sem o ímpeto preconceituoso transportado de demandas antigas. A omissão e a covardia é um pecado. Penso no sentido do slogan "Teologia e Vida"; se não é coerente vida com teologia, os nossos filósofos e teólogos deveriam mesmo fazer uma teologia para a mente e outra para o corpo. Ou então que divorciem logo as duas coisas no discurso, porque na prática muitos já tem distanciado a vida da teologia.


Infelizmente ou felizmente, com o fogo amigo, Feliciano sempre teve de conviver, com a oposição daqueles que não prestam serviço algum ao evangelho, e sim desserviço a Igreja e difamação de pastores. Consequentemente a si próprios difamam, pois todo cristianismo é afetado pelos escândalos e pela difamação. Este irmão Feliciano que nunca oferecera uma reação violenta ao receber a critica conservadora, agora é o defensor da causa comum de todas as pessoas cristãs, de família, de moral e de bons costumes do Brasil. O MARCOS FELICIANO AGORA ME REPRESENTA.


Cadê os corajosos apologistas de rabos entre as pernas e orelhas murchas? Não vão atacar a heresia do neo ateísmo e do ativismo abortista, gaysista e anti-cristão? Só enfrentam a quem não oferece reação? Enquanto isso o Feliciano corajosamente com seus parcos recursos teológicos e lógicos luta pelo direito de todos os protestantes históricos ousadamente declararem a autoridade da Bíblia para orientar a sua fé e a sua prática e fornecer a moral para a vida cristã e para a sexualidade.



Anatote Lopes, Ministro Presbiteriano;
Dracena-SP, 4 de abril de 2013.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

“ELES SE DEDICAVAM AO ENSINO DOS APÓSTOLOS E A COMUNHÃO, AO PARTIR DO PÃO E ÀS ORAÇÕES.” (Atos 2.42).



(Por Anatote Lopes, apresentação do tema para o biênio 2013-2014)


O tema para este biênio apresenta o que a Igreja verdadeira faz e vivencia, conforme está expresso em Atos 2.42: Eles se dedicavam ao ensino dos Apóstolos, a Comunhão, ao Partir do Pão e às orações”. Desde o começo da Igreja os cristãos perseveram nestas obras.

Anteriormente apresentamos como é nossa igreja: Autêntica, Reformada, Moderna e Transformadora; estas características devem permanecer e correspondem à identidade da igreja: sua origem histórica, herança apostólica, legado da reforma, sua eclesiologia e confessionalidade presbiteriana.

Assumimos compromissos quando da admissão nesta igreja, fazemos votos quando somos ordenados ministros, presbíteros e diáconos, nos comprometemos publicamente com Deus e com a Igreja e conhecemos nossos direitos e deveres, dos quais, Deus nos dá privilégios e também nos pede contas.

A obediência ao governo da Igreja colabora para o seu crescimento, porém a rebelião promove desordem, divisão, desanimo e decrescimento. A rebelião é diabólica e pode ser claramente identificada na desobediência às orientações que emanam da Palavra de Deus ministrada a nós pelos oficiais da Igreja, exceto quando se tornam hereges, idolatras ou blasfemos. 

O ensino bíblico não é opinião do pastor ou do Conselho, mas é a Verdade das Escrituras que precisam ser acolhidas no coração, é o ensino de Cristo e dos apóstolos e deve fazer parte da vida pessoal e comunitária.

Nossa continuidade depende dos que estão lá fora, os quais, ao entrarem, receberão o mesmo ensino. Começamos com a Evangelização e continuamos com a dedicação descrita em Atos 2.42 sendo santificados, perseveramos na comunhão, no partir do pão, nas orações, crescendo espiritualmente e em número até o retorno de nosso Senhor. 

A Igreja recebe a norma emanada da Bíblia, faz o que a Bíblia manda, do contrário não é verdadeiramente Igreja. Sendo Igreja cumpre a Palavra de Deus e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.