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quinta-feira, 17 de abril de 2014

BARRABÁS... APOSTASIA E DESESPERO: A UTOPIA DO IDEALISMO REVOLUCIONÁRIO OU JESUS... FÉ E ESPERANÇA: A CONSUMAÇÃO DA OBRA DE SALVAÇÃO

Por Anatote Lopes


Ao povo já foi dado a liberdade de escolher entre o idealista revolucionário: Barrabás o zelote (militante de um partido judeu nascido da resistência armada nos dias de Jesus.), assassino e ladrão (Mt 27.16; Lc 23.24) e um tipo de “reacionário”: Jesus Cristo, um mestre judeu e carpinteiro, descendente de linhagem Real, favorável ao pagamento de impostos ao poder dominante e dos dízimos ao sistema religioso sacerdotal (Mt 22.21). Também seria considerado um típico “moralista”, posto que viesse Jesus Cristo ao mundo salvar o seu povo dos pecados deles (Mt 1.21)! Jesus também pode ser considerado por alguns um anti-ecumenista e um ascético alienado, pois dizia ser ele mesmo o único Caminho, a Verdade e a Vida para levar os homens a Deus (João 14.6) e que o seu Reino não era deste mundo (João 18.36).

Essa era a grande diferença entre Jesus Cristo e o “Jesus” Barrabás o político a quem o povo deseja: Jesus era divino e humano e se mostrava um líder servo, humilde, resignado e submisso, enquanto Barrabás se mostrava super-humano, forte e heroico, mas ele era totalmente humano e pecador e Jesus era o próprio Deus encarnado e completamente santo.

Barrabás era um lutador corrupto e sanguinário em nome da justiça social e da revolução e Jesus veio derramar o seu próprio sangue para salvar os pecadores de seus pecados. Barrabás estava sempre disposto a pegar em armas para derramar sangue pela libertação política de seu povo, enquanto Jesus resistiu todas as tentações da violência, do poder, da glória e do populismo (Mt 4; Lc 9.54).

Jesus disse que reinaria dentro dos corações de seus seguidores (Lc 17.21). Ele explica o motivo de seu povo e suas autoridades não o apoiar pelo fato de seu Reino não ser deste mundo (João 18.36). Quando Pilatos perguntou ao povo: “Qual dos dois quereis que eu solte; Barrabás ou Jesus?” A grande multidão reunida à porta do palácio gritou: “Solta-nos Barrabás!”. (Lc 23). Pilatos insistiu dizendo: “Mas que mal fez o Nazareno? Pois na verdade eu não encontrei nele crime algum que mereça ser castigado com a morte. Vou castigá-lo e deixá-lo ir!”

O povo instigado por aqueles que viam a Jesus Cristo como uma ameaça, por não pertencer o Mestre aos seus partidos políticos e aos seus grupos filosóficos e religiosos, instava com gritos e gestos à autoridade pedindo que o mesmo fosse crucificado. Pilatos não suportou a pressão da multidão em êxtase e mandou soltar o guerrilheiro criminoso e entregou Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, um inocente, aos seus inimigos, para fazerem dele o que quisessem.

Colocaram uma cruz pesada de madeira sobre os ombros de Jesus e o torturaram com palavras humilhantes e açoites de chicotes especialmente feitos para a tortura. Jesus seguiu uma via dolorosa em direção ao lugar em que foi crucificado para salvar o seu povo dos pecados deles. Um camponês de Cirene chamado Simão, que vinha do seu trabalho, foi obrigado a carregar essa cruz por um pouco, quando Jesus estava muito cansado.

Muitas mulheres choravam e lamentavam o que estava acontecendo; foi quando Jesus, disse a elas uma profecia sobre um cerco militar contra Jerusalém que aconteceu aproximadamente 30 anos depois, dando um fim ao ultimo foco da guerrilha revolucionária hebraica: “Não choreis por mim, filhas de Jerusalém! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos. Porque Jerusalém será sitiada e ai das grávidas e das que amamentam, pois não terão com que se alimentar nem alimentar seus filhos!”

Quando chegaram ao lugar chamado calvário ou gólgota, ali o crucificaram entre dois malfeitores. Um deles blasfemava dizendo: “Tu não és o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também!” O outro, porém, o repreendeu dizendo: “Nem ao menos temes a Deus? Nós na verdade estamos sendo castigados porque somos criminosos mas este, que mal fez?” E olhando para Jesus disse: “Lembra-te de mim quando entrares no teu reino!” Jesus então respondeu: “Em verdade te digo que hoje mesmo estarás comigo no paraíso!”

Aproximava-se o meio dia, de repente, em pleno dia começou a escurecer! Aconteceu que rapidamente toda a cidade ficou em trevas e assim permaneceu por quase três horas. O véu do santuário se rasgou e Jesus exclamou bem alto: “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?”. Em seguida disse: “está consumado” e “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” e morreu.

Jesus se deixou humilhar, mas permaneceu obediente até a morte de cruz. A terra tremeu. E um oficial da guarda do exercito romano, percebendo os sinais disse: “Verdadeiramente este era o filho de Deus!”

Um dos sacerdotes que creram nele, sendo um homem muito rico e respeitável da elite judaica e também um discípulo de Jesus, chamado José de Arimatéia, ofereceu-lhe um sepultamento luxuoso para aquele tempo; obteve autorização para que tirasse da cruz o corpo de Jesus, o envolvesse com um lençol de linho e o depositasse em um jazigo aberto na rocha (Is 53.9; Mt 27.57).

Findaram-se os tempos de seu calvário! Iniciaram-se os tempos de glória de Jesus! Após ter sido consumada a obra da salvação para todos os seus seguidores. O nosso Senhor Jesus Cristo, totalmente divino e totalmente humano, Deus perfeito e homem perfeito, duas naturezas um só redentor ressurreto e glorificado. Ressurgiu, aparecendo às mulheres, aos apóstolos e discípulos e a mais de quinhentas testemunhas da ressurreição e também de sua ascensão aos Céus.

Jesus Cristo está vivo e reina para sempre em nossos corações! Reinará nos corações de todos quantos se arrependerem de seus pecados e receberem o perdão divino, crerem no Seu Santo Nome e entrarem no Seu Reino. Os seus súditos esperam a Sua volta, quando finalmente reinará sobre todos os povos, governantes e juízes da terra. Ele nos concede a adoção de filhos de Deus, sendo o mesmo nosso Senhor Deus e salvador Jesus Cristo que, no poder do Espírito Santo nos alcançou e nos convenceu do pecado, da morte e do juízo para que entrássemos no Reino de Deus.

É necessário entender que Jesus Cristo é mais que o líder ou o carpinteiro de Nazaré, aceitar que Ele é um salvador de não se sabe o quê, pois não reconhecemos nossa perdição e nossos pecados, não será suficiente! Mas será suficiente crer que fomos escolhidos para que pela graça fossemos salvos, mediante uma fé viva e verdadeira que recebemos do Espírito Santo, a ponto de respondermos à pregação que chama ao arrependimento (Mt 4.17; Mc 1.15, 2.17; Lc 5.31-32; Mt 9.12-13) e à reconciliação com Deus nos rendendo totalmente a Jesus Cristo, o autor da obra da nossa Salvação.

terça-feira, 15 de abril de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

REINA O SENHOR EM NOSSOS CORAÇÕES












Jesus Cristo segue pelo caminho que passa pela pequena aldeia de Betfagé, onde consegue o jumentinho para a sua entrada em Jerusalém; é aclamado rei como foi Salomão (I Rs 1.33). O nosso Senhor segue em direção ao majestoso templo construído por Herodes, o Grande. A multidão o cerca por todos os lados e cantam bem alto “Halleluia Eloim” (Sl 118.1; 24-26), canção tradicionalmente ensinada às crianças para a Festa dos Tabernáculos: “Aleluia! Louvai ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre!... Este é o dia que o Senhor fez, regozijemo-nos e alegremo-nos nele! Hosana!” (quer dizer: Salva-nos, te rogamos); a boa nova surge da boca dos pequeninos, trata-se da aclamação à Jesus Cristo: “Hosana ao filho de Davi, bendito o que vem em nome do Senhor! Halleluia Eloim”. O povo todo canta exultante, as pessoas atiram suas capas e ramos de palmeiras pelo caminho por onde Jesus passava. A cidade está em alvoroço, Jesus entra no templo aclamado Rei, os religiosos dali perguntam: Quem é este? E as multidões gritam: “Este é o profeta Jesus de Nazaré”.

Os maiorais do templo se enciumam e pedem a Jesus: “Mestre! Manda que esses teus seguidores se calem!” Jesus, porém respondeu: “Se estes se calarem, as próprias pedras clamarão!” Estes religiosos são os fariseus, autoridades do templo, mas ninguém os obedeceu (não se deram conta que, àquele que é Senhor sobre todos estava presente), entre si disseram: “Não adianta nada querermos conter essas manifestações, pois todo o mundo vai após ele!” Os fariseus deveriam também segui-lo, mas ficam decepcionados e enfurecidos e se retiram. A noite se aproximava, o Mestre se despede da multidão dando lhes a benção, retira-se para Betânia com seus discípulos.

Somos súditos do Rei Jesus?

Oramos o Pai Nosso dizendo: “Venha o teu reino”? O seu reino, é o Reino de verdade, justiça, solidariedade, amor e paz. Neste mundo nós andamos sem tempo de servirmos ao “nosso” rei... Mas será que Ele aceita as nossas desculpas esfarrapadas para vivermos em busca de nossos próprios interesses, necessidades e desejos? Será que Ele se convence quando nós culpamos aos outros diante da nossa própria frieza espiritual, negligencia e desobediência ao Rei?

Diante das injustiças sociais, do ódio, das guerras e da hipocrisia em vez de sal da terra e luz do mundo, de fermento para transformamos a massa, em vez de sermos agentes de mudança, nós é que somos mudados pelo mundo a cada dia à semelhança dos infiéis, corruptos, e, somos emudecidos pelo medo, pela acomodação e pela conivência? Por que nos omitimos? Por que abdicamos da nossa missão de chamar o mundo ao arrependimento? De anunciar o perdão e a nova vida no Reino de verdade, justiça, solidariedade, amor e paz? Por que deixamos de agir na prática do amor (Sl 1.1)? Da generosidade para com os necessitados? Por quê? Por que se de Deus temos sido supridos de tudo, nos esquecemos de nossa missão que inclui os famintos e excluídos, aqueles que vivem no mundo sem amor, sem casa, sem lar, sem ninguém, sem esperança...

Oremos sempre, pois muito pode por sua eficácia a oração do justo (Tg 5.16); mas somos desafiados a provarmos a nossa fé. “Ninguém vos engane” (Gl 6.7). Será que fomos enganados por um falso evangelho para vivermos uma mentira? Por um falso testemunho de palavras e de obras? Será que temos fé viva e verdadeira? Se ela tem se tornado inoperante, não é por quê está morta? A fé sem obras é morta. (Tiago 2.14-26). Que o Senhor nos faça humildes como o jumentinho, um animalzinho de carga útil, a fim de levarmos o Rei Jesus ao mundo de injustiças e adversidades pela pregação do evangelho (Mc 16.15), pela Palavra e pelas atitudes que podem servir para ganhar a muitos, até mesmo sem palavras (1 Pe 3.1); trazendo o evangelho antes em nossos corações, vivamos e anunciemos ao mundo inteiro.

segunda-feira, 31 de março de 2014

SENDO POBRE ENRIQUECEU A MUITOS

(parte da aplicação na exposição de Lucas 2.1-7, sermão pregado na IPD - Dracena-SP).


“Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos”. 2 Co 8.9. 

Vamos nos comportar com piedade e mansidão segundo o exemplo de Cristo, sem qualquer arrogância, nem de ser rico e nem de ser um filho ou uma filha de Deus. Se formos pobres devemos entender que, não estaremos em condição desonrosa, porque não é desonra ser pobre, não é desonra sofrer, mas ser um incrédulo, orgulhoso, arrogante, soberbo é uma condição desonrosa.

Não desprezemos os pobres. O filho de Deus nasceu na sua pobreza voluntariamente, nos expressou o seu amor e nos salvou pela sua pobreza, humilhação, sofrimento e morte, e quem o desprezou na sua pobreza por causa do encantamento com a riqueza e a glória deste mundo saiu diante dele envergonhado. (Ilustração da passagem do jovem rico).

Se alguém desprezar o pobre será no juízo lembrado que, nos seus pequeninos o Senhor é servido. Não existe maior pobreza do que desprezar a Cristo, Deus encarnado, não ter a graça de se curvar diante do menino pobre de Belém.

Deus não faz acepção de pessoas e nem julga os homens pela sua posição e pela sua renda. Não nos envergonhemos da cruz da pobreza, se Deus quiser que a levemos, pois se não há quem acredite que todos os cristãos devam morrer crucificado, também não há uma regra de que todos sejam pobres.

Se eu acreditasse que a esquerda brasileira luta do lado dos pobres eu militaria do lado deles, porque estaria do lado de Cristo, mas negam a Cristo em sua doutrina ateísta e quando contam o dinheiro público se esquecem dos pobres e me fazem arrependido das lutas de outrora. 

Em qualquer circunstancia, quer vivamos ou morramos, na riqueza ou pobreza, seja tudo por Cristo, vivamos para a sua glória, a servir aos pobres e respeitar os ricos, em especial os que são generosos, pois servimos ao nosso Senhor Jesus Cristo com tudo o que somos e com tudo o que temos, pois fomos regatados e temos nova vida em seu Espírito, e vida eterna, incomparável vitória na sua cruz.

















Anatote Lopes, IPD Dracena, 2014

quinta-feira, 27 de março de 2014

A VIOLÊNCIA DO INDIVIDUALISMO


A tecnologia supre o ser humano de relacionamentos virtuais, superficiais e não raro artificiais. O antropocentrismo e o individualismo coloca o indivíduo no centro do universo e imprime a marca do nosso século. Alguns sociólogos nos anos 80 defendiam a ideia de que cada um teria o seu próprio apartamento no século XXI. Os sociólogos não são profetas, mas não é raro encontrarmos pessoas morando e viajando sozinhas.

Por que não dizer que o homem do século XXI é extremamente egoísta e estúpido? Ninguém pode dizer isso porque, para proteger o indivíduo em detrimento do coletivo: da sociedade e da família, inventaram o “politicamente correto”, pois esse ser egoísta e estúpido é também extremamente sensível e afetado, quando criticado, faz muito barulho e se torna excessivamente violento, quando tem a sensação de ameaça da sua individualidade.

O ser humano do nosso século é narcisista e sedento de poder; seu próprio individualismo é um exercício de poder: eu tenho, eu posso, eu desfruto, eu sou feliz... Não importando com o sentimento e a necessidade das outras pessoas, aliás, tudo e todos giram ao redor da estrela “EU”. Para que se cumpra uma regra que, toda regra tem exceção, com rara exceção é assim que se pensa no nosso século.

Todo o abuso, conflito, violência, corrupção e imoralidade são consequência disso: “De onde procedem as guerras e contendas que há entre vós? De onde, senão dos prazeres que militam na vossa carne?” (Tiago 1.1). Na igreja deve ser diferente, mas, se não for, é porque ela deixou de cumprir a sua missão e de influenciar no mundo e passou a ser influenciada por ele, por isso não é raro que aconteçam escândalo, divisão e declínio de igrejas.

Jesus Cristo na oração sacerdotal (João 17.17-26) nos desafia às atitudes que sejam contrárias ao isolamento, à indiferença e ao individualismo. Todos aqueles que creem no Seu sacrifício voluntário na cruz e na Sua ressurreição são um só corpo. Todas as pessoas são chamadas a Igreja, para caminhar em unidade, solidariedade, amizade e cooperação em um relacionamento triangular em que, como eu estou em ti, tu está em mim, e outras pessoas estejam em nós.

A unicidade de Jesus Cristo com o Pai é a figura, a que se reporta para ensinar a unidade em que devemos viver. O sofrimento de Jesus Cristo, sua morte e ressurreição selaram a nossa união com Deus e a nossa inclusão no Reino eterno. Assim caminhamos como Igreja, fortalecidos pelo recebimento dos meios de graça (Pregação da Palavra de Deus, Sacramentos, Disciplina, Oração, etc.); trazendo sempre à nossa família e incluindo sempre em nossa comunidade outras pessoas nessa peregrinação rumo à eternidade, em verdadeira comunhão uns com os outros e com Deus em nosso Senhor Jesus Cristo.


Anatote Lopes, IPD Dracena-SP, 2014.


quinta-feira, 13 de março de 2014

UM MINISTÉRIO PROFÉTICO


O profeta é enviado para falar a Palavra de Deus; esta é a sua vocação e o seu compromisso. Como Martin Luther King foi um profeta do seu tempo, em agosto de 1963, ele falou que todos são iguais diante de Deus. (Atos 10.34-35). A mensagem do profeta é o anuncio de uma verdade tão obvia quanto esquecida, mas, é preciso, dizê-la para despertar a consciência e tirar o ouvinte da acomodação ou para servir de condenação para os descrentes e desobedientes no dia do juízo final.

Jeremias foi constituído profeta para as nações e corajosamente comunicou a Palavra de Deus (Jr 1.5), e por causa da sua mensagem foi perseguido pelas autoridades religiosas e políticas. Procuravam matá-lo, mas ele não se calou. O profeta Jeremias afirmava com convicção que pregava a Palavra de Deus como recebida diretamente de seu Senhor (Jr 26.12), não como seus pensamentos; foi diante dessa coragem e ousadia que àquelas autoridades não ousaram tocar nele.

Jeremias nos abre os olhos, para saber que quando os homens se colocam contra o Senhor são derrotados. Ele confiava em Deus para manter a convicção de seu chamado e perseverar no seu ministério profético, recebido de Deus, advertindo duramente o povo com toda autoridade.

De onde vem essa força e perseverança para testemunhar e proclamar a vontade de Deus? Do poder do Espírito Santo que nos capacita e fortalece para realização da nossa missão, a que antes era especialmente dada aos profetas, hoje é dada a cada um dos crentes, pois não existem mais castas de profetas e linhagens sacerdotais, nem ministérios ungidos e pessoas ungidas como vasos especiais, mas uma grande comissão para todos os cristãos, um sacerdócio universal de todos os santos em Cristo e o Divino Espírito Santo derramado, ativo e atuante na Igreja toda.

Nós que nos colocamos a serviço do Senhor somos perseguidos e humilhados; as pessoas podem não acreditar no nosso chamado, mas nós que temos a convicção da nossa eleição e vocação, temos esperança e confiança nas promessas de Deus. As pessoas podem nos odiar por causa da nossa mensagem e até podemos ser abatidos fisicamente até a morte, mas enquanto houver fôlego não nos calaremos, perseveraremos no nosso testemunho e proclamaremos a verdade de Deus.

Hoje são tantos profetas, quantos forem os verdadeiros cristãos e fieis a Palavra de Deus: A Bíblia Sagrada. São “visionários” e “sonhadores” estes que tiveram os seus olhos e mentes abertos para a vontade de Deus revelada nessas Escrituras, os que pela graça são salvos, são de tal maneira transformados para testemunharem profeticamente da vontade de Deus de reconciliação e de pacificação dos pecadores, mediante a fé em Jesus Cristo o Filho de Deus (Ef 2.8), aquele que foi entregue para morrer na cruz do calvário, para que nós fossemos poupados do nosso merecido castigo, nos arrependêssemos e perdoados recebêssemos com Jesus a ressurreição e a vida eterna. (Jo 3.16).



Anatote Lopes, Ipd Dracena, 2014

quinta-feira, 6 de março de 2014

RESISTÊNCIA PARA A LIBERDADE


Tudo que nos atrai e seduz parece bom, pois não seria tentação se não nos enganasse, se não fosse convincente e prazeroso. A única maneira de discernir o que é a tentação do diabo e o que é a vontade de Deus é o conhecimento da Palavra de Deus.

Podemos crer que o Espírito Santo fala aos nossos corações somente quando a Palavra de Deus fala dentro dos nossos corações, e não os enganos do mundo, da carne e do diabo; por isso, devemos estar sempre munidos deste conhecimento de Deus para não sermos enganados em nossos corações.

Existem muitos enganos como cadeias prendendo os cristãos e fazendo deles servos de satanás; existem as prisões do pecado e da ignorância, bem como do denominacionalismo, do fanatismo, do partidarismo político, filosófico e religioso.

O inimigo conhece nossas fraquezas, ele nos oferece o que mais necessitamos ou desejamos em um determinado tempo para nos seduzir e corromper; por isso, algo que não tem em si imoralidade ou corrupção como comer pão, dependendo das circunstâncias é a nossa queda, como na tentação de Jesus quando o diabo lhe ofereceu pão na hora da fome durante o seu jejum de quarenta dias. (Lucas 4.1-13).

O diabo oferece coisas para serem usufruídas fora do seu tempo, tais como os divertimentos e trabalhos no Dia do Senhor, o sexo antes do casamento, etc., são como as drogas para os dependentes químicos e o ganho ilícito para os gananciosos. Dessa forma ele seduz, ilude, engana e afasta as pessoas de Deus.

O nosso inimigo e tentador mais traiçoeiro e voraz é o nosso próprio desejo e vontade de deleite dos prazeres e de algum tipo de satisfação. Jesus venceu o inimigo, o tentador, pois rejeitou o pão quando esteve com fome, o poder e a glória quando estava em seu estado de humilhação, a tentação da idolatria, mas, no final foi farto e glorificado pelo Pai.

Jesus morreu na cruz, não tendo em vista ser glorificado, pois sabemos que Ele foi glorificado na sua ressurreição, mas ele morreu para recebermos o perdão pela remissão no seu sangue! Ele morreu por nós. Ele morreu em nosso lugar.

Nosso Salvador e Senhor a quem devemos obedecer e adorar, nos fortalece para dizer “não” a tudo que ofenda a Deus e confessar os nossos pecados e receber o perdão divino.

Podemos pedir ao Espírito Santo que nos fortaleça e nos faça sábios para resistir às tentações e livres para experimentar o amor e a presença de Deus em nossas vidas. Mediante a fé, que se expressa pelo arrependimento e pela confissão, recebemos o perdão libertador, o qual nos faz verdadeiramente e plenamente livres e felizes agora e sempre.

Anatote Lopes, Ipd Dracena, 2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A GENEROSIDADE SEGUNDO CRISTO


O povo de Deus é generoso, por isso a igreja fundou o Projeto Esperança, a fim de dar pão e o Pão do Céu. Às vezes julgamos que todos os que passam necessidade sejam preguiçosos ou mal intencionados, mas isso não é verdade, o quanto tem sido pretexto para a avareza de muitos.

“Compaixão” é sentir a dor do outro e “misericórdia” é trazer a miséria alheia no seu coração, é olhar a quem nos pede e se sentir no seu lugar. Há exploração no mundo, mas existe muita necessidade. Jesus disse: “os pobres sempre tereis convosco” (Mt 6.11), para que não os abandonássemos, antes continuássemos a Sua obra.

As Escrituras afirmam: “não nos cansemos de fazer o bem” (Gl 6.9). Antes de dizer “não” aos que pedem ajuda, convém averiguar a nossa situação e fazer a nossa parte. Na Bíblia também aprendemos que alguns sem saber acolheram anjos (Hb 13.12).

A generosidade é a fé ativa (Tg 2.14), pois recebemos de Deus tudo o que somos e temos por amor, por que seriamos tão egoístas a ponto de passarmos tanto tempo sem um gesto de caridade?

A maior prova da graça de Deus é Ele nos dar o Seu Único Filho a morrer numa cruz para nos salvar, sendo nós ainda pecadores (Rm 5.8). Deus ainda faz o sol brilhar sobre todos. Liberta-nos da escravidão do pecado, permite muitas vezes a escravidão no mundo, como assistimos recentemente a exploração dos médicos cubanos no Brasil, mas ele promete julgar a causa dos trabalhadores defraudados. (Tito 5.1-3).

Deus não nos dá o que merecemos, nem a sua graça é uma restituição aos homens, no entanto aprendemos que no Juízo ele punirá os maus mordomos. É quando dirá: “Presta conta da tua mordomia” (Lucas 16.2). Por isso o Conselho desta igreja decidiu aplicar as ofertas dividindo equitativamente entre a Associação Projeto Esperança, causas locais e diaconia, missões nacionais (JMN) e missões estrangeiras (APMT). Portanto doemos com generosidade, pois o “Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.” (Atos 20.35).

Anatote Lopes, Ipd Dracena, 2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

POVO CRISTÃO, ARREFEÇA A SUA MEMÓRIA.



Não dá para esquecer que foi neste governo, e, em nenhum outro que, foram distribuídas uma carga de material doutrinário para orientar as crianças brasileiras às práticas homossexuais nas escolas (Kit Gay), e, que a principal militante da causa LGBT foi a petista Marta Suplicy.

O primeiro congresso do Movimento LGBT foi patrocinado com recursos diretos da Presidência da Republica; movimentos imorais e anti cristãos ganharam folego e perseguiram os cristãos.

As "profissionais do sexo" do Movimento Marcha das Vadias, encontraram-se com Dilma no Palácio e receberam dela declaração de incentivo e apoio, e, até fizeram uma fotografia que compartilhei em outra ocasião; este movimento defende abertamente legalização da prostituição e do aborto.

As auto intituladas "Vadias", estiveram com a Dilma um dia antes de quebrarem imagens e cruzes, depois de fazerem a introdução destes objetos religiosos em suas vaginas e anus ao vivo em praça pública; no mesmo dia e hora em que a poucos metros acontecia o oficio religioso e a visita do papa.

A Marcha do Orgulho Gay com pantomimas de escarnio em um concurso denominado "Jesus Gay", percorreram vias públicas exibindo corpus nus e escarnecendo de símbolos religiosos; o LGBT e o MGB com sua militância e protestos ofensivos e violentos, entre outros lutam por coisas absurdas como cotas para gays e bolsas para prostitutas, e, fizeram manifestações em igrejas e agrediram fieis.

Todas essas maluquices tiveram apoio de um grande número de petistas e dos psolistas, tais propostas foram refutadas da Tribuna, da Câmara do Deputados e do Senado Federal, por vozes muitas vezes solitárias, às vezes de pouca credibilidade ou influencia, mas que deram a conhecer ao Brasil inteiro o que contra nós se engendrava.

São estes movimentos que declararam abertamente "pegar em armas se preciso for" oficialmente em seu Congresso, para varrerem do Brasil a Cultura Cristã.

Não defendo nenhuma candidatura, nem vou me pronunciar continuamente sobre essa questão, por termos a causa mais urgente do Evangelho a nos ocupar, mas não vejo coerência em um cristão votar no PT, e essa é a minha opinião doa em quem doer.

Mesmo um homossexual que seja educado e preservar um bom juízo vai refugar o ativismo gay e os partidos políticos que o apoia pelos seus exageros e abusos.

Em 2014 é fora PT, PSOL, e outros partidos e pessoas descaradamente defensores de propostas contra a família, contra os princípios cristãos e contra a liberdade de opinião, contra a Democracia e contra a humanidade.

Que, principalmente, o PT e o PSOL, sejam página virada da nossa história juntamente com a famigerada e polêmica PL 122 apresentada por uma deputada petista, a qual rendeu, além de polêmicas, quase uma guerra estupida no nosso país, pela reação, tanto da parte deles, quanto de lideranças evangélicas e católicas.

Não sei se temos muita escolha, mas já sabemos muito bem o que temos que evitar. Vacine-se, não cometa a tolice de reeleger o PT, o PSOL ou um candidato simpatizante de causas imorais e anti cristãs.

Anatote Lopes, IPD Dracena, 2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

ENVERGONHADO COM O BRASIL? MUDE-SE! LEIA COMO FAZÊ-LO



Meu sentimento pela pátria foi impactado pela exposição e exploração da miséria social, intelectual e moral do nosso povo, e, principalmente pela exploração desta realidade pela mídia televisiva.

Eu me senti envergonhado por ser brasileiro, e, por imaginar o quanto vivo num país pobre espiritualmente.

Ser um cristão brasileiro e não pregar o Evangelho é ser conivente com a degradação acelerada do nosso país.

Brasil! O Reino de Deus está próximo, arrependa-se e creia no Evangelho (Mc 1.15)!

Eu creio que ainda há alguém a se salvar neste país violento, corrupto e imoral, pois no dia do juízo não haverá mais tempo para arrependimento e reconciliação, o dia da sua salvação é hoje: "Hoje, se ouvirdes a sua voz não endureçais o vosso coração." (Hb 4.7).

Não sei nada sobre você, mas quando se multiplica a corrupção, a violência e a imoralidade em um país, certamente a nação inteira está podre e perdida.

Há salvação somente para àqueles que se arrependem e se rendem a Jesus, pois Ele veio ao mundo para salvar o seu povo dos pecados deles. (Mt 1.21).

Se você recebeu essa mensagem e em seu coração tem a certeza de que ela é para você, não precisa comentar nada, mas, a sós com Deus reconheça que é pecador, arrependa-se e peça perdão.

O verdadeiro arrependimento é a mudança de atitude...

Não desanime, pois pela graça de Deus nós recebemos a purificação de nossos pecados pelo sangue de Jesus Cristo, o qual recebeu a condenação em nosso lugar, para que nós, os que cremos, recebamos pela graça mediante a fé a salvação e a vida eterna.

A voz do Evangelho te chama ao arrependimento verdadeiro! Arrependa-se e creia no Evangelho (Mc 1.15)!



Anatote Lopes, I. P. Dracena, 2014.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

SEJA FEITA A VONTADE DE DEUS: FELIZ ANO NOVO


Chegamos em 2014 com ganhos e perdas.

Deus continua conosco.

É que passamos pela vida, mas, ela e tudo que, aparentemente somos ou temos, realmente não nos pertence.

Ganhamos para perder, e, quando renunciamos o efêmero é que ganhamos as coisas eternas.

Mas, Deus continua conosco.

Deus supre o mundo do necessário para viver e para repartir.

Deus protege e supre a toda humanidade.

Quando falta a alguém, não se deve culpar Deus, porque a culpa é da própria humanidade degenerada pelo pecado.

Confiamos no perdão e na benção de Deus. No entanto, vivemos esquecidos quem somos e o que fazemos; se meditássemos e aplicássemo-nos nessa missão renovadora e santificadora, nós mesmos, individualmente, corrigir-nos-íamos, e, juntos, construiríamos um mundo melhor, pautado na boa vontade de Deus que deve ser conhecida e obedecida.

Você não pode mudar o mundo, mas pode não se conformar com ele.

Você não pode transformar os outros, mas pode transformar a si mesmo pela renovação da sua mente.

Você não pode impor Deus às pessoas que o rejeitam, mas pode experimentar a sua vontade boa, agradável e perfeita. (Rm 12.1).

Não importa o quanto você diga que acredita em Deus e que ele seja tudo para você. Você tem certeza da presença de Deus em sua vida? Ou você é como àqueles que, ignoram a Sua presença?

O salmista diz: “a grandeza de Deus é vista no mundo inteiro”. (Salmo 8.1). Mas, a cegueira do pecado impede milhões de pessoas de contemplar a glória e a majestade do grande Rei pela obediência dos que nele creem, e, consequentemente, Deus é ignorado ou negado. (II Co 5.11-17).

Por que Deus é bom e justo, certamente, Ele não deixará impunes os hipócritas com os incrédulos.

É admirável que alguém acredite que o Deus eterno e imensurável, de sabedoria e poder infinitos e inimagináveis, criador e dono de tudo, tome conselho, ou, renda-se aos caprichos e vontades de um ser limitado e incapaz de se manter vivo e de conhecer a si mesmo, e que tem por incerto cada dia de sua existência!?!

Para este ano que tal? Renunciar o fascínio pelo que você pensa ser, ter e conhecer e pelo que quer, para reconhecer a grandeza de Deus. Então, arrependa-se dos seus pecados, lembre-se da cruz de Cristo, por ela Deus nos dá perdão e salvação, e creia na ressurreição, pois nela temos esperança.

Feliz ano novo!

Anatote Lopes, Ipd Dracena, 2014

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

NATAL TAMBÉM É TEMPO DE ANUNCIAR BOAS NOVAS


A efervescência de final de ano não é de toda ruim, considerando-se os índices de crescimento de emprego e renda. Sendo o clima no Brasil bom o ano inteiro, produz-se, consome-se o ano inteiro, tudo poderia ficar muito bom o ano inteiro, mas, pasme, a maioria dos brasileiros usa o décimo terceiro para quitar dividas e entra o Ano Novo endividada novamente (CDL)!

O alívio financeiro também é acompanhado do alívio emocional. É tempo de matar as saudades, dar telefonemas e fazer encontros, refeições comunitárias e familiares, abraçar uns aos outros, estar reunido com os familiares e amigos. Precisava? O ano inteiro a gente precisa de demonstração de afeto!

Não se diz que o brasileiro é um povo alegre, caloroso e festivo? Pois eu acho que existe muita mentira neste "país das maravilhas"...

Amizades calorosas vão ficando cada dia mais raras, as baladas também não tem trazido alegria aos corações. A festa maior deste país é o Carnaval, a festa das mascaras, a festa mais coerente com o brasileiro que mascara tudo.

Para ser cristão é necessária primeira a consciência de culpa e castigo. Por causa dessa necessidade o cristianismo recebe criticas severas dos ateus e não cristãos. Nós seres humanos pecadores evitamos, a todo custo, reconhecer-nos injustos e imorais, disfarçamos a nossa angústia com o riso, mas, nem todo mundo é alegre, somos às vezes até debochados e tiramos riso da nossa própria vergonha ou miséria.

Um riso falso não alegra o coração e a alegria dos prazeres da carne, da bebida e das drogas dura pouco tempo; o tempo que faz o seu efeito. Depois, na calada da noite, o ser humano sofre a angústia de se suportar. A angústia do pecado... O ser humano tem que se encontrar com sua própria consciência do pecado contra e seu próprio corpo primeiro e depois contra outras pessoas.

O pecado do povo é contra a sua consciência, pois um povo que diz “Feliz Natal”, e que se diz cristão, não era para ser assim: “Paz na terra!” Com indicadores de crime contra a vida piores que os dos países que declaradamente estão em guerra, falando-se de violência sem contar o aborto no nosso país. 

“Natal! Natal! Um feliz natal!”.

Natal é a noticia que o Rei dos Reis nasceu. Ainda é possível viver e ver dias melhores e guardar a esperança do reino que o Rei Jesus veio trazer para o futuro, pois a injustiça dos iníquos não ficará impune. “Pois o Senhor é nosso Juiz, é ele quem nos governa”. (Isaías 33.23). Esta promessa feita pelo profeta Isaías é seguida da promessa de saúde e do perdão dos nossos pecados.

O pecado, toda sorte de injustiça, é o mal que afeta a todos nós, pois éramos um povo em trevas até que nos resplandeceu a luz do Salvador. Então foi Natal! A encarnação do Salvador. Cumprindo-se a profecia de Isaías 9.2: “O povo que caminhava em trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz.”.

A profecia de Isaías tem o seu cumprimento como confirma Mateus 4.16: “o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz". Continua... “Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” (17).

Quando dizemos “Feliz Natal” reportamos ao nascimento do Rei que veio chamar pecadores ao arrependimento e anunciar a chegada do seu reino. Sobre essa obra do Rei menino que nasceu da virgem de Belém, um anjo do Senhor anunciou a José: “Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. (Mateus 1.21).

É preciso crer para viver a benção do Natal, essa é uma oportunidade de pensarmos sobre o quanto somos injustos e recebermos o perdão de Deus, respondendo à pregação de Cristo com arrependimento e fé, buscarmos a justiça divina para alcançarmos o significado do verdadeiro Natal: a inauguração do reino de Deus em nossos corações. Pois o Evangelho de Lucas (17.21) afirma: “nem se dirá: ‘Aqui está ele’, ou ‘Lá está’; porque o Reino de Deus está entre vocês".

Certamente a paz e a justiça entre os homens são possíveis, quando o Reino de Deus habitar dentro de nós, nos nossos corações, por isso a maioria das versões bíblicas diz: “O reino de Deus está dentro de vós” (As demais citações são da NVI). Portanto: “O tempo é chegado", diz Jesus Cristo. "O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas novas! " (Marcos 1.15).


Anatote Lopes, Ipd Dracena, 2013



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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

O NATAL É A REVELAÇÃO DO CAMINHO


O Natal é o caminho que Deus escolheu.

O natal é um evento, o nascimento de Jesus Cristo, mas meu filho de cinco anos trocou o natal pela pessoa que o representa no mundo pagão, o velho chamado de papai Noel; ele disse, “olha o natal”, eu tratei de corrigi-lo: “o Natal é Jesus; não é esse velho Noel; este é da terra e está atrás do seu cachê de artista, mas, Jesus veio do céu e nos trouxe a salvação”.

Jesus Cristo é o Natal, isto é: “Emmanuel, que quer dizer Deus conosco” (Mateus 1.23).

O homem carnal não consegue compreender a magnitude deste acontecimento. O planeta terra conheceu o Deus onisciente, onipotente e onipresente que se fez gente.

Meu pai um dia usou uma comparação muito simples, não sei de onde ele aprendeu: se as formigas começassem a cortar a laranjeira do irmão Sebastião, elas estariam correndo grande perigo, e, precisariam parar de ir contra a árvore, mas, como poderia alguém, avisá-las deste perigo, precisaria ser alguém que se tornasse uma formiga e comunicasse a elas, na linguagem delas, tornando-se uma delas. Pois o irmão Sebastião era grande demais para entrar no formigueiro.

O Natal é este caminho que Deus escolheu para alcançar a humanidade em perigo. Deus tornou-se humano para concretizar o seu plano, revelar-se ao homem de uma forma tão humana que, até hoje, há quem duvide que tenha sido ele o próprio Deus!

Deus elegeu uma virgem de Nazaré, na Galiléia, chamada Maria (Lucas 1.26), e, gerou nela o Filho de Deus, o único Mediador entre Deus e os seres humanos (I Timóteo 2.5), o qual ingressou no mundo pela concepção miraculosa desta virgem (Mt 1.23).

O Deus infinito e eterno, criador e sustentador do universo se revela a humanidade, expressa o seu amor, caráter e glória de forma compreensível aos homens e mulheres.

Esse menino Deus abalou o mundo na sua chegada; causou admiração a muitos pelo anuncio dos anjos aos pastores no campo, pelo sinal da estrela guia que trouxe os magos do oriente a Jerusalém para adorá-lo e presenteá-lo, mas também provocou a fúria e a insegurança de um rei sanguinário.

Na chegada deste bebê ainda fica muito clara a inclinação dos seres humanos para a destruição e as exceções dos que escutaram os seus sinais.

O nascimento de Jesus é o encontro de Deus que vem salvar a humanidade, por isso o Natal, a qualquer tempo, é uma ocasião de alegria e uma oportunidade de anunciar o salvador.

É oportunidade de lembrarmos e anunciarmos ao mundo o fato extraordinário e único, da encarnação de Jesus Cristo e de meditar também na sua presença hoje em nossos corações.

Jesus Cristo é o Natal e é o Evangelho. Como Natal, Ele é Deus Conosco; como Evangelho Ele é a Palavra Viva encarnada; Jesus é a grande e maravilhosa notícia (O Evangelho) que se faz a semente da fé para que todo o que nele crê não morra, mas viva eternamente! (João 3.16).

A sua revelação faz brotar no poder do seu Santo Espírito uma nova vida e um novo coração em todos que o receberem.



Jesus Cristo vem nos salvar e transformar.

Jesus Cristo é o nosso Salvador e Senhor.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O MISTERIOSO ENCONTRO DE TRÊS MAGOS COM O MENINO FILHO DE DEUS


Os magos. Pode ser que eram reis ou em número de três, mas eu prefiro acreditar que eram simplesmente magos. Ainda que pudessem representar todos os povos e reinos; cumprindo-se as profecias que dizem: “porque a abundancia do mar se tornará a ti e as riquezas das nações virão a ter contigo.” (Isaías 60.5); e ainda: “As tuas portas estarão abertas de continuo; nem de dia e nem de noite se fecharão para que sejam trazidas riquezas das nações, e, conduzidos com elas os seus reis.” (Isaías 60.11). 

Estes magos do oriente foram à Belém adorar o menino Deus e Rei dos reis; entregar-lhe as suas ofertas de dádivas dos seus tesouros, ouro, incenso e mirra.

Esses três magos, observando as estrelas, encontraram no céu um sinal de que nasceu um menino rei muito especial; os mestres judeus conheciam as profecias, sabiam que haveria de nascer em Belém, mas não o esperavam, tinham sabedoria para apurar o local deste nascimento, e, mesmo estando tão perto, não o buscavam, mas estes magos vieram de longe. Suas terras, famílias e tradições não os detiveram.

Os perigos de saques na viagem, feras, tempestades, frio noturno e o sol escaldante do deserto, nada disso os detiveram. Como heróis de épicos do cinema saíram os aventureiros a buscar o maior tesouro do mundo, um acontecimento dentro da história: “nos dias do rei Herodes”, tinham além da estrela mensageira e guia uma certeza messiânica. 

Os magos chegaram à corte de um rei, cínico e hipócrita, como costumam serem os políticos, o qual disse: “encontrai-o, e, dizei-me, onde ele estiver eu também irei adorá-lo”. Certamente que eles não retornaram à presença do rei, porque por divina revelação e providencia foram advertidos a não voltarem pelo mesmo caminho.

Ora, se não era um filho de Herodes, de onde se poderia esperar a aparente ameaça a sua posição real? Logo, Herodes percebeu que os magos não retornaram e mandou que homens fossem a cidade de Belém e a seus arredores, onde ele haveria de nascer, conforme ele se informou com os mestres e sacerdotes, acreditando que Jesus não escaparia de sua espada, não pouparam esforços para eliminá-lo, ordenando que matassem a todos os meninos com menos de dois anos, conforme o tempo apurado do aparecimento da estrela de Belém.

A história destes magos caçadores de tesouros espirituais seria a saga de mais uma peregrinação de fanáticos religiosos do oriente, se não fosse este menino o Filho de Deus e o Salvador! Mesmo que seja um caminho perigoso, ele é protegido pelo Todo-poderoso, nem a morte pode detê-lo. 

Precisamos ter conhecimento com atitude, pois vejam que os sábios mestres e sacerdotes de Israel conheciam as profecias, estavam tão perto e chegando o momento de seu cumprimento nada fizeram, enquanto os magos, de longe vieram, com o propósito de adorá-lo e entregar-lhes dos seus tesouros, “porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6.21).

Os magos se ajoelharam diante de Jesus impulsionados pelo amor de Deus. A graça divina moveu-os a ofertar de seus tesouros os melhores presentes. O culto genuíno e agradável ao Senhor brota da fé espontânea de corações agradecidos e generosos. Ele está presente em nossa vida, revela-se no amor, estende-nos perdão e salvação. Quantos passos você daria em busca dessa luz? O que deixaria para trás? Partiria em busca deste tesouro? O que entregaria? Entrega a tua VIDA!


Anatote Lopes, IPB, 2013