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terça-feira, 10 de maio de 2016

VENCEMOS JUNTOS OU FRACASSAMOS SEPARADOS


Por Anatote Lopes
Na minha experiência pastoral tenho sido abençoado enquanto sirvo a outras pessoas. Mas, nem sempre é possível servir a todos por causa do “distanciamento”. Luto contra muitos pecados, e, também deste, não me excluo. Não estou falando do distanciamento geográfico e nem de divergências teológicas e ideológicas, mas do preconceito, da reserva no relacionamento e da rejeição.

Tenho muito para agradecer às pessoas que convivo; às vezes ouço palavras de gratidão por algo que, acontece tão naturalmente entre nós: edificação, consolação e fortalecimento mútuo. Vivemos os mesmos dramas, além de termos as mesmas necessidades; temos muito mais em comum do que sabemos. Considerando a necessidade que temos uns dos outros, aprendemos a desprezar as nossas diferenças.

Nossas necessidades espirituais são supridas por Deus na Igreja, onde estão disponíveis os meios de graça. As pessoas enfrentam conflitos e se afastam da igreja por falta de perdão, alegando a substituição do culto público pelas devocionais particulares. São as pessoas que sempre tem razão, criticam e rejeitam os outros, mas nunca fazem autocritica; quando mais precisam de comunhão sofrem sozinhas, sem a consolação da graça cantada no Salmo 133.

Esforcemo-nos “diligentemente por preservar a unidade do espirito no vinculo da paz” (Ef 4.3). As pessoas que caminham juntas e seguem a Cristo em pastoreio mútuo são mutuamente alimentadas na comunidade de fé. As solitárias seguem alienadas e são como ovelhas desgarradas, caminham na direção errada e ficam privadas do cuidado e nutrição adequados. Ouvir a Palavra e orar uns pelos outros é tão importante, quanto ler a Bíblia particularmente e orar secretamente.