Total de visualizações de página

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

DEUS ODEIA O PECADO, MAS AMA O PECADOR?


Às vezes ouvimos dizer que uma pessoa irascível e violenta, maledicente e contenciosa tem um bom coração, como se fosse possível um coração cheio de Deus manifestar apenas as obras das trevas! Como se fosse possível uma pessoa cheia do Espírito Santo não manifestar o fruto do Espírito (Gl 5.22-23) e alguém ser bom à parte de Deus e do Espírito Santo. Como disse Jesus: “Bom é Deus”.
As Escrituras em muitas passagens bíblicas afirmam: "Os perversos não herdarão o Reino de Deus." Vicent Cheung, afirma que "As pessoas perversas são aquelas que os incrédulos consideram pessoas normais." Para que não fiquem dúvidas sobre quem são as pessoas perversas Paulo faz uma lista de pessoas em 1° Coríntios 6.9-10: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus.” Ainda encontraremos listas maiores ou menores que esta em outras passagens.
Vicente Cheung nos desafia a uma interpretação coerente desta passagem: "Observe que ele não nos dá apenas uma lista de pecados, mas uma lista das pessoas identificadas pelos pecados. Nossa sociedade frequentemente separa as pessoas de suas ações e, se elas condenam a impiedade de alguma forma, tendem a escusar as pessoas como vítimas da sua própria educação e das circunstâncias. Essa forma mista de pensamento tem infiltrado a igreja e sua teologia, de forma que muitos crentes chegam a pensar que a frase “Deus odeia o pecado, mas ama o pecador” é parte do evangelho.”
Por isso o evangelho não apenas condena pecados, mas também chama pecadores ao arrependimento. Em nenhum lugar das Escrituras se encontrará uma justificativa psicológica, cultural, social ou teológica para o problema do pecado inocentando o pecador a parte da obra expiatória, salvífica de Cristo mediante arrependimento e fé. Será lançado o pecado no inferno, mas também os pecadores que não se arrependerem, estando a eles inseparavelmente afeiçoados, juntos serão condenados pelo fogo.
Visto que a graça salvadora é poderosa para nos transformar, não podemos absorver o pensamento mundano de que “Deus nos aceita como somos”, recusando-se a nova vida em Cristo. Não é parte do evangelho, absolutamente, pois ele nos recebe pecadores arrependidos e nos transforma e santifica. Nada que seja propriamente o que somos ou que seja nosso, como nossa miséria e pecado, serão aceitáveis a Deus; apenas a nova vida em Cristo é aceitável diante de Deus.
Assim como nos predestinou, isto é, quando ele nos “idealizou” na eternidade, para sermos salvos, preparou de antemão as boas obras para realizarmos; isto é claro como a luz do dia! Deus criou “de antemão” as boas obras “para que andássemos nelas”, como está escrito: “Porque somos feituras Sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” (Ef 2.10).
A doutrina bíblica não distingue pecado e pecador, não transforma o pecador em vítima da educação e das circunstâncias, muito pelo contrário, uma igreja bíblica usa a disciplina eclesiástica, pela qual condena não apenas o pecado, mas disciplina o pecador para que abandone o pecado e purifica a igreja de pecadores impenitentes. Considera a impenitência como sinal da reprovação (Hb 12.17) e o arrependimento o sinal da graça salvadora. (Mc 1.14-15). A ética do evangelho é absoluta, portanto inegociável. 

sábado, 1 de dezembro de 2012

PREPARA-TE PARA O NATAL


Aproxima-se o Natal.

Não importam as tradições pagãs, às datações do evento histórico do Advento e a finalidade comercial, desta e de outras datas comemorativas, pois essas coisas têm sido usadas como argumento para banir da igreja a celebração do nascimento de Jesus e ainda serve ao satânico projeto de eliminar da cultura e da sociedade a memória de Deus e do Messias, a qualquer tempo; com se isso fosse possível.

Especialmente quando o mundo comemora de forma errada um natal mentiroso, ateu e hipócrita e os religiosos ficam brincando de ser igreja e de “Belém Belém nunca mais fico de bem”, em vez de viver e anunciar o verdadeiro sentido do natal, o qual é o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo, o renascer de um novo dia pelo arrependimento do pecador, uma nova vida na luz, clara, como a luz da Palavra que, anuncia que já brilha a luz de Cristo para um povo que vivia em trevas, como primeiro ocorreu, nas terras do Mar da Galiléia, depois a muitos outros e a nós, ainda acontece o natal, todo dia em nossos corações.

Assim também brilhou a luz de Cristo para nós, como no primeiro natal. Quando cremos que Ele veio ao mundo como menino, cresceu e morreu na cruz por nós, para nos salvar e nos dar a vida eterna.

A igreja lembra a primeira vinda de Jesus Cristo, prega o arrependimento e adverte os cristãos à vigilância, na expectativa do segundo advento ou parusia, que será o grande dia do nosso encontro com o Senhor, que poderá significar a chamada final de cada um de nós, à presença do Deus Eterno para a salvação ou o tempo de preparação para a “vinda de nosso Senhor, com todos os seus santos” 



sexta-feira, 31 de agosto de 2012

CUIDADO!


CUIDADO! A QUEM VOCÊ OUVE?
A QUEM VOCÊ SEGUE?


Certa vez, quando Jesus ensinava na sinagoga em Cafarnaum sobre os mistérios do seu corpo e sangue que são a verdadeira comida e verdadeira bebida e quem delas não participar não terão a vida eterna, muitos de seus seguidores escandalizados disseram: “Duro é para nós este discurso” e em seguida o abandonaram.
Jesus, aos demais discípulos perguntou: “E vós, não quereis também ir com eles?”
Pedro, então, olhando ao redor e notando a timidez de seus colegas, falou em nome de todos dizendo: “Para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eternal;” (João 6.68).
Josué disse aos hebreus: “Escolhei, hoje, a quem sirvais.” (Josué 24.14), segundo o texto, se aos ídolos ou ao Deus Verdadeiro. Continuar-se-iam com Josué no caminho do Senhor: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor.” (Josué 24.15). Do mesmo modo Jesus perguntou aos seus discípulos: “Vocês também não querem ir com eles? E a resposta de Pedro foi: “Para quem iremos nós, Senhor, senão para ti?” Em outras palavras: Ficaremos contigo pois “Tu és o Santo de Deus.”(João 6:69).
       A quem sigais? A quem servis? Pensem nisso antes de ouvirem qualquer palavra e seguirem projetos estranhos ao Reino de Deus.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O MINISTÉRIO DO APERFEIÇOAMENTO



Efésios 4.11-16


O sujeito ou agente do aperfeiçoamento é o próprio Deus, mas como ele realiza esta obra da graça de Deus em Cristo?
O texto em Efésios 4.11 nos diz que “Ele mesmo concedeu”... apóstolos, evangelistas, profetas e pastores-mestres... “Com vistas ao aperfeiçoamento” (v. 12). É através do ministério que os santos são aperfeiçoados. Paulo faz referência a dois tipos de ministérios. São eles:  
1) Os Ministérios Ordinários (regulares). São àqueles ministérios na liderança da igreja. Foi pensando em equipar os crentes para realizarem o trabalho, que Deus escolheu e deu pastores à igreja (v. 11 e 12). A expressão “pastores e mestres” pode ser traduzida por “pastores-mestres”, ou “pastores ensinadores”.
2) Os Ministérios extraordinários. São aqueles que tiveram o seu tempo, seu lugar e seu propósito específico. Entre estes últimos verificamos os apóstolos, que tiveram a missão de lançar os fundamentos da Igreja.
Cabe ao pastor a sublime e difícil tarefa de aperfeiçoar os santos, guiá-los à maturidade espiritual, traçar a planta dada por Deus e equipar os crentes para o trabalho de construção do edifício.
Os deveres do pastor são: prover o rebanho de alimento espiritual e procurar protegê-los de perigos espirituais. Nosso Senhor utilizou esta palavra em João 10.11, 14 para descrever sua própria obra, sendo sempre ele mesmo, o sumo Pastor (Hb 13.20; 1 Pe 2.25; 5.4), sob quem os homens são chamados a pastorear “o rebanho de Deus” (1 Pe 5.2; Jo 21.15; At 20.28). Portanto o propósito imediato de Cristo em dar pastores à sua igreja é, através do ministério da palavra exercido por eles, equipar todo o seu povo para os ministérios variados.
As ovelhas geram outras ovelhas; precisam de saúde para dar o primeiro leitinho aos seus cordeirinhos. Esse é o processo natural, e também o principio da multiplicação. Foi o próprio Cristo quem chamou a Pedro, e deu-lhe a missão: “apascenta as minhas ovelhas”. Os santos são aperfeiçoados por aqueles que foram chamados, constituídos, habilitados e dados por Cristo à sua igreja: os seus pastores.
Nenhum homem, portanto, deveria colocar-se nesta missão, a menos que esteja certo desta graça especifica de Deus em sua vida, pois conhecimento, tempo de igreja e idade não substitui a chamada divina que um servo de Deus recebe ou o equipamento divino dado aos seus ministros. O Novo Testamento nunca contempla situação em que a igreja comissiona e autoriza pessoas a exercer o ministério para o qual lhes falta tanto a chamada divina quanto o equipamento divino.
A carne o mundo e o diabo, com todas as suas pressões, tudo farão para tirar os pastores deste ministério, ou fazê-los negligenciar a primazia e seriedade do mesmo, os embaraçando com as coisa deste mundo, ou fazendo-os se envolver em múltiplas atividades menos importantes, ou que talvez outros na igreja poderiam realizar bem, e quem sabe, até melhor. Lamentavelmente, muitas das atividades impostas aos pastores em determinadas igrejas talvez tenham como propósito entreter, prender o interesse e quem sabe ocupar o ministro em atividades que não tem nada haver com o ministério pastoral.
É o pastor enviado por Deus para fazer a obra que Deus o capacitou e ordenou e outro não a fará. Os apóstolos nos ensinaram isto quando elegeram “os sete”. (Atos 6.1-7). E nós também deveremos chegar à mesma conclusão que eles: “não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus” para servir em outras mesas.
A figura pastoral visa o aperfeiçoamento e esta tarefa é antipatizada muitas vezes, mas este ministério não deverá cessar, e nem chegará ao fim antes que Cristo volte e haja a consumação de todas as coisas. Será, então, que os pastores “devolverão” as ovelhas ao legítimo pastor. E será somente então que o imperfeito terá sido revestido da completa e total perfeição!

Por Anatote Lopes. Adaptado do 3° ponto do artigo de Gilson Carlos de Souza Santos. “O Aperfeiçoamento dos Santos” para a revista Fé para Hoje

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

APRENDENDO COM OS INSETOS


Das minhas reflexões fortuitas sobre algumas demandas que nos distraem e perturbam, embaraçando-nos e nos impedindo de avançar para o nosso alvo. Veio-me a figura simbólica deste impressionante inseto que anda de marcha ré, olhando para traz e carregando a sua matéria prima: esterco, no popular "bosta", o quanto isso é importante para ele! Ele briga por isso, ocupa-se disso, leva e traz isso, perde o sono por causa disso, mas, isso não nos interessa. Tiremos lição disso. Divirta-se com o banner e com o vídeo.



quinta-feira, 9 de agosto de 2012

NA HORA DE ESCOLHER O SEU PRÓPRIO CAMINHO

Muitas das nossas decisões não nos permitem ter certeza dos seus resultados. Passamos por encruzilhadas varias vezes e nos são propostas algumas alternativas, mas, uma só é ética e a honestidade nos obriga a correr riscos sem abrir mão de fazer o que é correto.
Como é bom andar no caminho certo!
Quando optamos pelo erro o nosso Deus nos adverte.
Como Deus nos adverte?
Na leitura da Bíblia. No livro de Isaias, o profeta de Deus está chamando o povo ao arrependimento: “Porque assim o Senhor me disse, tendo forte a mão sobre mim, e me advertiu que não andasse pelo caminho deste povo,” (Isaías 8.11). Antes de adverti-los conforme lemos, ele diz que o Senhor pôs a sua mão sobre ele e o avisou e a seus amigos que não andassem no caminho proposto pelo povo, mas os conduzisse.
Vejam que no passado os profetas falavam da parte de Deus e não dava certo muitas vezes. O povo insistia em seguir pelo caminho errado, trocando a incerteza de uma fé fraca, pelo castigo certo e consequências da desobediência. Cabe ao profeta e seus seguidores não se permitir ser guiado pelo povo.
Hoje, muitas pessoas estão desprezando o que a Bíblia ensina para fazer o que bem acham que seja correto. Por isso muitos estão caminhando para a morte. O caminho que o homem vai, segundo o seu próprio interesse, é um caminho de morte.
Qual é o caminho para o ser humano? Ora, o único caminho que leva o homem direto ao Pai é Jesus, não existe atalho, ou intermediário, é mesmo direto. Jesus nunca disse que a sua mãe ou seus amigos ficariam entre nós e Deus, mas, afirmou “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE, E A VIDA; NINGUEM VEM AO PAI SENÃO POR MIM.” (João 14.6).
As palavras de Isaías falam de correção, as de Cristo nos falam de salvação, mas, ambas são a Palavra de Deus e nos exortam a encontrar o caminho certo.
Deus quer nos ajudar a não pecar, por isso não há outra forma, senão o caminho que Ele nos propõe. A Bíblia é a nossa regra de fé e de prática. Nossas normas e tradições não podem contrariar o que está revelado por Deus na Bíblia. Por mais antigas que sejam as nossas instituições e por mais bem intencionados que sejamos é necessário seguir o caminho proposto por Deus na Bíblia.
Ao invés de condenação e castigo receberemos as bênçãos. Os que já entraram pelo Caminho que é Jesus, estão livres da condenação eterna mas, estes ainda podem ser muitas vezes, castigados temporariamente por desobedecerem a Deus, para serem conduzidos ao caminho certo como foi com o povo de Deus no tempo do profeta Isaías.
Para isso leia e estude mais a Bíblia, viva em comunhão com os irmãos na fé, em sujeição uns aos outros, suportando-vos uns aos outros em amor, ouçam Deus, e, dia-a-dia os seus caminhos vão aclarando. Assim firmamos os nossos passos.
Ore assim: Senhor! Quero me sentir melhor, mais feliz e em paz, orientado pela Bíblia Sagrada. Não permita que eu me desvie fazendo o meu próprio caminho, orientado pelos meus próprios interesses, caprichos e enganos; que eu ouça submisso a tua Palavra. Esta é minha oração. Em nome de Jesus.

Rev. Anatote Lopes

domingo, 5 de agosto de 2012

Um só Deus

“Quando fores orar, entre no teu quarto, fecha a porta e ora a teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, te recompensará” (Mt 6.6). A idolatria é um grande comércio que existe desde que existe a religião para exploração e escravidão do homem, como um fenômeno humano, mas o verdadeiro Deus se fez podre, morreu na cruz e ressurgiu dos mortos e está vivo. Então porque tem sido substituido por idolos mortos e vivos? De pedra, madeira e de carne! Mas um só é o Deus verdadeiro e Jesus é aquele de quem está escrito em 1° Timóteo 2.5 “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (I Tm 2.5). 

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Pastoral



O DEVER DO HOMEM


É lamentável que o crente professo, isto é, um presbiteriano batizado que no dia da sua pública profissão de fé prometeu ser fiel a Confissão de Fé da sua igreja, não viva em obediência aos princípios claramente bíblicos nela apresentados em todas as suas ocupações diárias; é bom sempre lembrar o que cremos, mas muito mal pode resultar de crer e não viver diariamente o que se crê.

Uma existência desse tipo é a expressão de um nível baixo de vida espiritual, frieza, formalismo sem nenhum poder espiritual em sua vida.

A primeira lição do catecismo é o que deve nortear a nossa preocupação primária. É estar a serviço do Deus Soberano. Nosso ensino doutrinário não começa com a salvação do homem, nem com as promessas de Deus para nós, mas começa com o ensino de como devemos nos relacionar com Deus; é nosso dever: Glorificar a Deus; é o nosso destino: Gozá-lo para sempre.

Mas, o lamentável, é que não praticamos muitas vezes esta fé que da Bíblia recebemos, pertencente e entranhada na nossa própria identidade e história, no nosso modo de vida.
Muitos culpam o tempo em que vivemos as tentações e a velocidade da vida numa sociedade tecnológica e competitiva que, nos distraem das coisas espirituais. Mas não se trata de uma opção. A primeira coisa que aprendemos é que nós temos o dever de glorificar a Deus.

Glorificar a Deus e gozá-lo para sempre é nosso propósito? É como aprendemos: nosso “fim principal”?

Nós só glorificamos a Deus quando não buscamos a nossa própria glória, o que é entendido por muitas pessoas como não gostar de elogios. Não é isso. É viver para Deus em primeiro lugar, crendo nele, confessando-o diante dos homens, louvando-o, defendendo Sua verdade, mostrando os frutos do Espírito Santo em nossa vida.
Para isso nós temos a Bíblia como norma para a nossa fé e prática, ela nos ordena uma vida de serviço, pois glorificamos a Deus quando usamos nossas capacidades para servir de coração e não por obrigação.

É preciso primeiro glorificá-lO para depois gozá-lO; muitos desejam usufruir da graça de Deus, de sua companhia e bênçãos sem glorificá-lO como Deus Soberano e Senhor de suas vidas; é como se dissessem que Deus existe para o homem em lugar dos homens existirem para Deus, como se gozar a Deus fosse mais importante que glorificá-lO; por este sentimento medíocre de autossatisfação os homens desenvolvem uma religião meramente emocionalista e utilitarista.

O emocionalismo não é um verdadeiro relacionamento com Deus, não produz a verdadeira alegria da presença de Deus, como diz as Escrituras: “Na tua presença há plenitude de alegria” (Sl 16.11) e não que a alegria vai trazer a sua presença.

Temos percebido que as pessoas querem aderir alguma religião que traga satisfação e alegria e não exige nada delas; nenhuma renuncia ou negação do eu, nenhum esforço para remição do tempo, abrir mão de qualquer luxo, gratificação pessoal, e, não querem sequer, afastar-se do pecado, praticar boa conversação, exercitar a paciência, a humildade e o perdão.

Nossa primeira lição é viver para a glória de Deus e a cada dia a característica do fruto do Espírito de Gálatas 5 se manifestarão.

O relacionamento certo para com Deus é olhar para Ele, para Cristo, Jesus, nosso Senhor, para o Seu exemplo, para encontrarmos nossa capacidade de glorificá-lO e gozá-lO, isto é, sentir Sua presença e alegria abundantemente e eternamente.



Rev. Anatote Lopes

(Leia também Estudos no Breve Catecismo de Westminster de Leonard T. Van Horn traduzido por Hope Gordon Silva da Editora Os Puritanos.)

terça-feira, 24 de julho de 2012

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Hora da Limpeza!

João 6.22-27


Muitas pessoas tem um dia de fazer limpeza; normalmente é o sábado para as donas de casa que trabalham fora. Costumam limpar a geladeira, olhando a validade dos alimentos ou o estado daqueles alimentos que muitas vezes se perdem.
Não é uma pena que a comida pela qual se trabalhou, tendo custado o dinheiro suado, estragou?
Nesta Palavra de Deus para nossa vida, o Senhor está nos alertando para trabalharmos tendo em vista a eternidade.
De que trabalho Deus está nos falando? O trabalho para ser feito, a fim de se conseguir a comida que Jesus Cristo dá e que não se estraga e não tem data de validade é CRER. Nosso trabalho para alcançarmos a vida eterna é tão somente CRER. Crer em Jesus Cristo como nosso Salvador.
Quando fizermos uma limpeza em casa, joguemos fora o que não nos serve para alimentar o corpo que está infectando a nossa geladeira, e também tiremos da nossa alma aquela podridão carnal que não serve para expressar a nossa salvação em Jesus Cristo.
Parece simples... É simples! Não nos confundamos em nossos caprichos, desejos, arrogância, moralismo e vaidade; e não obscureçamos a simples mensagem do Evangelho que se funda na Graça.
A vida eterna é maravilhosa! É de graça que recebemos do Senhor. Esta é a mensagem das boas novas de alegria que recebemos: Creia no Senhor Jesus Cristo e você será salvo por toda a eternidade.
Este crer também não é fruto da nossa intelectualidade, mas é obra do Espírito Santo; trata-se de um presente dado por Deus. Caro para Ele, pois para isso Ele nos deu Seu Filho que morreu e ressuscitou.
Isso é leve? Sim. Seu fardo é leve e suave. Tudo está feito. Isso significa que os salvos, tem alegria em adorar, anunciar e celebrar a sua salvação, por que sabemos que o alimento para as nossas almas está garantido por toda a eternidade.
Ainda teremos de garantir o pão de cada dia para nossa vida material, mas a Palavra de Deus, com prioridade, nos convida a vivenciar, celebrar e anunciar o Pão do Céu em comunidade, não exigindo do outro o que recebemos de graça, não negando ao outro o que recebemos pelos merecimentos de Jesus Cristo. Assim se evangeliza...
Quando evangelizamos comunicamos o que temos e distribuímos do que recebemos; pois ninguém dá o que não tem! Se formos salvos, comunicaremos a nossa salvação! Se formos perdoados, também perdoaremos; se formos amados expressaremos o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito! Se formos reconciliados, tomaremos parte com alegria no ministério da reconciliação. Tudo pela graça, juntamente com a salvação que temos recebido e com alegria no poder do Espírito Santo!

Rev. Anatote Lopes

quinta-feira, 28 de junho de 2012

CONSELHOS DIVINOS PARA PASSAR A LIMPO O MINISTÉRIO


Às vezes ouço um som como se fosse de uma grande multidão, quando os homens me aplaudem eu não ouço a voz desta multidão e me envergonho; mas quando os homens me reprovam ou ficam indiferentes comigo, essa multidão se alvoroça e grita: Continue! Você não está sozinho! Deus é contigo!... Obrigado Senhor por esta multidão invisível que me apoia.

“Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus.” (Hebreus 12.1, 2).

Às vezes a oposição cresce contra nós, e a multidão silente parece uma minoria, às vezes voltamos a nossa atenção para os homens e esquecemos o sábio conselho da Revelação: “Não apliques o coração a todas as palavras que se dizem, para que não venhas a ouvir o teu servo a amaldiçoar-te,” (Eclesiastes 7.21).

Não temos um Amigo? O nome dele é Jesus Cristo? Ele é o bastante. Apliquemos os nossos corações em ouvir a Palavra d’Ele.


Quando andamos com Deus e aplicamos a nós a Sua Palavra, a voz de Deus pode ser reconhecida na nossa fidelidade para com a Palavra de Deus pelos verdadeiros fieis, os quais amam a Deus e não desprezam a Sua Palavra, mas quase sempre seremos odiados. Preparem-se para serem mais odiado do que amados. Especialmente, seremos odiados por aqueles que não receberam a graça de Deus.


Quando amados apliquemos o nosso coração à consolação da promessa da vida eterna, pois nada somos, haja vista que é unicamente Deus amado e reverenciado por um povo fiel. Apartem-se do culto de si mesmos, idolátrico, narcisista que assedia os pregadores, fujam de pensar de si mais do que convém (Romanos 12.3), pois somos servos entre irmãos (Romanos 14.4), e, repreende a idolatria conforme ensina as Escrituras (II Timóteo 4.2). “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens,” (I Timóteo 2.1). Porque, se o que desprezarem em ti, for a Palavra de Deus, chore, lamente a miséria destas pessoas, interceda por estas ainda mais, para que o Senhor as castigue por amor para corrigi-las; não despreze os resistentes nem comunique a eles o que o amor lhes exige que façam, mas façam isso em secreto.


Lembrem-se, pois não te convém julgar temerariamente as almas dos homens, nem puni-las com perseguição, nada sabemos do número e dos nomes dos perdidos, porém continuem fieis a Deus e preguem a Palavra. E nunca esqueçam os bons conselhos recebidos das pessoas que nos amarem. Aqui vão alguns que recebi: “Seja antes de tudo um crente” (Lucélia Cláudia), “siga os conselhos de Paulo a Timóteo” (Roberto Heber); “não barganhe com suas convicções” (Anamim); “é melhor morrer do que virar bandido” (Antônio Tomás); “estude” (Alice); “Não se desperdice” (Anabe); organize-se (Anaser); “não se alinhe com quem não tem futuro” (Anac); “juízo” (Ana); “seja o súdito e não o rei” (Ananias) e “calar a boca” (Anair) às vezes, quando requer, fazemos muito bem.


Tenho uma lista ainda maior do que esta, mas toda a Escritura é suficiente para nos aconselhar; por isso, tudo aqui que não seja dela extraído e nem nela se pode achar fundamento, passem vocês mesmos o filtro da Palavra e descartem, e para encerrar, não poderia deixar de citar: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem às fontes da Vida” (Provérbios 4.23), e quanto ao conteúdo do que devemos pregar: “todo desígnio de Deus” (Atos 20.27), para que não se despeçam de nenhum lugar sem haver cumprido ali o dever, e, proclamem o que o Senhor de si declara: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).

sábado, 16 de junho de 2012

A IGREJA PRECISA DE SAÚDE ESPIRITUAL PARA REVITALIZAÇÃO E CRESCIMENTO

Por Anatote Lopes

Um fariseu, assíduo e dedicado na sua religião, pensava que uma mulher de má fama naturalmente deveria ser rejeitada por Jesus. Questionou ele se de fato Jesus seria verdadeiro caso acolhesse aquela mulher, conhecendo os pecados dela. Mas, Jesus demonstrou com toda sabedoria que, uma pessoa religiosa não é melhor do que ela. E, àqueles que reconhecem os seus próprios erros com atitude de amor e gratidão a Deus por sua misericórdia não são rejeitados (Lc 7.36-50). Tudo o que acontece a partir daí é um servir ao Senhor com alegria, com tudo o que se tem para oferecer, logo, confirma-se que a falta de amor e de perdão genuínos é o que está travando as igrejas.
A igreja brasileira está vivendo um tempo de frieza, especialmente as igrejas  históricas, pois um fogo estranho se espalha e proliferam heresias, superstições idolatras de matriz evangélica. E, neste momento histórico os pastores e teólogos discutem o que fazer para revitalizar as igrejas e produzir um crescimentos saudável.
Constatam-se o adoecimento de igrejas inteiras, e muitos indivíduos estão totalmente esmagados por enfermidades espirituais dentro das igrejas; precisa-se curar a igreja, senão, como crescerá saudável?
As pessoas que vão à igreja estão perdendo o prazer de ler a Bíblia e orar e têm pensamentos que pululam dentro de suas cabeças, os quais aparecem em debates teológicos entre rivais, tais como: se Jesus Cristo é meu pastor e salvador para quê preciso de pastores? Preciso orar se Deus já sabe todas as coisas? Tenho que ser fiel nos Dízimos e Ofertas, se Deus é o Dono do ouro e da prata? De que adianta evangelizar, criancinhas, jovens drogados, prostitutas, homossexuais, se Deus já predestinou aqueles que serão salvos? Fazer o que na igreja, se Deus está em todo lugar? Preciso me santificar, se as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos? Jejuar? Deus quer sacrifícios? Infelizmente, todo esforço dessas pessoas é para justificar o modo infrutífero e ocioso de viver uma experiencia religiosa falsa. Pois os discípulos na igreja de Atos não precisaram justificar suas atitudes, mas, impulsionados, motivados e felizes em meio às perseguições e muitas dificuldades pregaram o Evangelho no poder do Espírito Santo.
Sem a propulsão do Espírito a igreja não solta o freio de mão. As pessoas apropriaram-se do espaço sagrado, para viver uma religiosidade sem espiritualidade, por obrigação, só para não fechar a porta, o único medo é de ter que sair por último e ter o trabalho de apagar a luz... A Igreja deve sair antes disso para levar o Evangelho aos de fora, pois existe para os que não são membros. Essa é a sua missão: a Evangelização. Não é triste que a igreja seja um passatempo para muitas pessoas? É por isso que quando surgem outras coisas e pessoas nós abandonamos tudo o que programamos com a Igreja. Então não viemos à igreja por arrumarmos o que fazer, e, não tem nada haver com a missão, tem haver com nossa família, nossos interesses, negócios e diversões.
Essa frieza é só a ponta do Iceberg. Sinaliza o coração endurecido, sem amor, perdão e a justiça do Reino de Deus. A maneira que os crentes vivem, sem refletir o Evangelho que os alcançou não evangeliza. A maioria evangélica não é digna de ser Evangélica; por isso cresce a apostasia, o êxodo para o papado, o espiritismo, o ateísmo ou para idolatrias e superstições. A grande necessidade da igreja é ser Igreja. A maior dificuldade das pessoas dentro das igrejas ainda é admitir seus próprios erros e se corrigir.
Ainda se procura um bode expiatório para se justificar. O problema maior ainda é a vivência do Evangelho de amor e de perdão que Cristo pregou. Essas pessoas pensam que merecem serem perdoadas e pensam que as outras não. Como é bom ser perdoado! Quem é que merece o perdão?
Quanto àquela pecadora? Foi perdoada. Pois estava aos pés do Senhor a derramar perfume misturado com lágrimas nos pés do seu Salvador, e, a enxugar-lhe os pés com os cabelos. Mas, isso não foi fazer por merecer, isso foi expressão de arrependimento e reconhecimento de sua própria miséria. Um coração sinceramente arrependido e entregue a Cristo se encontra humilde aos pés do Salvador, a servi-lo com tudo!
Fomos perdoados. Não Podemos nos sentir melhores que os outros, e não podemos nos sentir menos pecadores porque fomos perdoados. Nós temos uma multidão de pecados cobertos pelo sangue de Jesus Cristo.
Confessemos ao Senhor e confiemos no seu perdão e suficiência para todos os que creem. Como é bom ouvir que nossos pecados estão perdoados! (Lc 7.48, 59). Isso nos anima e nos transforma!
Que o Pai que perdoa os nossos pecados, não nos deixe acomodados a nos julgarmos melhores que o nosso próximo, mas, nos ajude a reconhecer os  nossos próprios pecados e a confiar no seu perdão, e nos conceda carregar este perdão conosco; servir ao Senhor, comunicando o que temos recebido: amor e perdão.

sábado, 9 de junho de 2012

FALAR OU CALAR


Um dos dilemas do Ministério da Palavra: falar ou calar? “Calar é ouro falar é prata,” diz a sabedoria popular. Quando é tempo de falar? Quando é tempo de ficar calado? Falar irrita e o silêncio enlouquece. Essa dúvida não é fácil de resolver. São tantos ditados e pensamentos que tentam trazer luz a esse tema, e quantos sábios já discorreram sobre o tempo de falar e tempo de calar.
Há momentos que é errado ficar calado, mesmo entendendo que o silêncio é muito valioso. Ainda mais quando se tem o ministério da Palavra, pois é quando Deus fala, não devemos ficar quietos. É preciso falar. Assim foi com o tocador de gado, o boiadeiro Amós. Foi enviado a falar, foi lá e disse tudo, não deixou de anunciar a vontade de Deus.
Hoje muitas pessoas que conhecem a Palavra de Deus, as quais tem a incumbência de falar, se calam, para não ver as pessoas contristadas, abatidas pela Palavra fiel, quando a rejeitam. Muitos se calam por não acharem seguro arriscar receberem críticas, perseguições, perderem amigos e prestígio social; mas falar é preciso. A sua Palavra tem que ser anunciada.
Jesus soube a hora de falar e a hora de ficar calado. Ele teve sabedoria. Queremos aprender com Ele, para não sermos culpados pelo excesso de palavras ou pelo silêncio, especialmente, quando falar é preciso, para exortar, corrigir, consolar e instruir os crente ou chamar os pecadores para receberem perdão, exortá-los ao arrependimento e a fé. Procuremos conhecer melhor o Senhor, para alcançarmos pelo seu Espírito a sabedoria que precisamos para calar ou falar. Ele sempre falava quando era preciso. Ele falou e se calou por amor. Com Ele podemos calar e falar, quando calar é preciso e quando falar é preciso.
Hoje é o Dia Internacional do Pastor, àquele que tem a incumbência de falar o Evangelho; caso este falar te irrite, lembre-se que esse falar é preciso. Nós, você também, tem que falar o Evangelho, e, pode pedir a Deus sabedoria para saber calar e falar na hora certa. Nunca seja o nosso calar um ato covarde, acomodado que dá lugar a injustiça, a mentira, a morte.  Não se cale. Comunique o Evangelho de Jesus.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

SABEDORIA


Por Anatote Lopes


O Senhor Deus criou a sabedoria antes de suas obras mais antigas, segundo o sábio (Prov. 8.22). Este sábio que disse isso reconheceu que, acima dele, de seu poder e sabedoria, (pois era um grande Rei), estava a sabedoria divina.
Quando assumiu o trono pediu sabedoria a Deus para governar. Desprezava toda sua riqueza e poder e valorizava a sabedoria e a majestade de Deus.
A sua obra literária propõe que a sabedoria foi a primeira criação de Deus e a maior riqueza que um homem pode desejar.
O Rei Salomão recomenda escutar os sábios e procurar entender o que eles ensinam. Sim, pedir sabedoria  e clamar por entendimento. Procurar essas coisas, como se procura prata ou um tesouro escondido. (Prov. 2.2-4).
Sabedoria é um dom de Deus e ela deve estar com todas as pessoas, em especial, com as autoridades; a pessoa que tem responsabilidade especial, precisa de grande sabedoria, pois o povo segue o seu exemplo, mas a sabedoria é disponibilizada graciosamente por Deus para todos.
Como então encontrar a sabedoria? A resposta está em Provérbios 9.10: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria e o conhecimento do Santo é a prudência.”
Procuremos conhecer melhor o Senhor, obtermos sabedoria pela aquisição do conhecimento dele revelado nas Santas Escrituras, e, aplicar este conhecimento para bem e melhor governar a nossa vida.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

quinta-feira, 24 de maio de 2012

“POREI EM VÓS O MEU ESPÍRITO”

Deus ordenou ao povo de Israel que celebrasse três grandes festas anuais: a primeira, a Páscoa, que comemora a saída dos israelitas da terra do Egito; deveria acontecer no mês de abibe ou nisã, o primeiro do ano judaico, que corresponde ao período compreendido entre os meses de março e abril do nosso calendário. (Dt 16.1).

A segunda, sete semanas depois da Páscoa é a festa das semanas ou das primícias, quando eram trazidas as ofertas de manjares, preparadas com as primícias de toda a colheita, e que por acontecer no quinquagésimo dia depois da Páscoa foi chamada de Pentecostes (Dt 16.9 e Nm 28.26).

A terceira era a dos Tabernáculos, grande festa em ação de graças pelas colheitas realizadas durante o ano.

Hoje é o quinquagésimo dia depois da Páscoa, é o dia de Pentecostes.

Jesus, antes de sua ascensão havia determinado aos seus discípulos que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai. (At 1.4).

Deus tinha prometido ao seu povo: “Porei em vós o meu Espírito” (Ez 37.1-14).”Acontecerá naqueles dias que derramarei o meu Espírito sobre toda carne”(Joel 2.28).

Ao cumprir-se o dia de Pentecostes estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente veio do céu um som, como de um vento impetuoso e encheu toda a casa onde estavam reunidos; e apareceram, distribuídas sobre suas cabeças, línguas como de fogo e todos ficaram cheios do Espírito Santo” (At 2.1-11) e passaram  a  falar  em  outras  línguas  segundo o Espírito lhes concedia que falassem”(At 2.4).

Cumpria-se, assim, a promessa do Pai. Jesus havia dito: “Recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 2.8).”Quem crer em mim como diz a Escritura, rios de água viva fluirão do seu interior; isto ele disse se referindo ao Espírito Santo, que haviam de receber” (João 7.37-39).

A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes marcou o nascimento oficial da Igreja, pois naquele dia ela nasceu do Espírito, no qual foram batizadas quase três mil pessoas (At 2.41).

“Eles foram batizados num só Espírito, a fim de formarem um só corpo” (I Co. 12.13).

O corpo de Cristo é a igreja, única morada do espírito Santo aqui na terra, e onde se reunirem pessoas que se amam fraternalmente para adorar, louvar e glorificar a Deus, enchendo-se de forças para servir ao próximo, aí está o Espírito de Cristo, que é concedido a cada um para o bem comum; pois embora sejam muitos é um só corpo. (I Co 12.7 e ss).

A Igreja, sendo o corpo de Cristo, se constitui de muitos membros que são diferentes uns dos outros, mas na diversidade dos membros é que reside a unidade do corpo. O Espírito de Cristo é um espírito de unidade porque é amor. Os rios de água viva que fluem do nosso interior são a solidariedade, o perdão, a bondade e a misericórdia no serviço para com todos, que nos fazem ser um no amor de Jesus.



                                                                                                                    Rev. Guilherme Luz.                                                                                                                                    

Blog da Igreja Presbiteriana de Dracena: Como viver bem com Deus 1ª Parte

Blog da Igreja Presbiteriana de Dracena: Como viver bem com Deus 1ª Parte: Irmãos, algumas informações deste vídeo precisam ser atualizadas, pois o aniversário da irmã foi no ano passado; entre os irmãos identifica...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

DEUS É BOM

Gosto de dizer: Deus é bom!


Aprendi com o diácono Salvador; um guerreiro de Deus que trabalhou duro, tanto pela família quanto pela igreja e nunca fez distinção entre a igreja que se reunia no templo da sua igreja e a sua família. Que ainda vive momentos difíceis na vida, mas não deixou de dizer “Deus é bom!”.

A Bíblia diz que Deus sempre mostra quem Ele é por meio das coisas boas que faz (At 14.17). Uma coisa eu sinto em minha alma... Nos momentos mais difíceis, quando incompreendido e atacado por línguas maledicentes, ofendido sem motivo pela vaidade ou pela inveja dos homens... Deus estava lá... Quando aquele velho irmão me disse “Deus é bom”...

Deus me abraçava naquele dia...

Eu me sentia afligido pela dupla jornada de trabalho de pai e pastor e estava fraco; em vez de apoio recebi maus tratos de companheiros, mas Deus me abraçou...

Fui para servi-lo, assisti-lo no seu recolhimento, mas ele nem sabia... Que tudo que eu precisava ouvir é que Deus é bom!

Talvez você esteja também sobrecarregado, por exemplo, com a dupla jornada de ser pai e mãe, eu sei o que é isso, pois já fui “pãe”, “paistor”, e, nem aprendi a ser filho ainda! Ora, não é raro entre as mulheres que sofram até maus tratos dos companheiros, não é raro ou improvável que soframos maus tratos por irmãos na fé, amigos, pois os inimigos têm poucas oportunidades, mas somos traídos e humilhados por quem receberam nossas mãos estendidas de onde receberam apoio, ou de quem podem esperar auxilio.

Aprendemos que os sofrimentos de Cristo trouxeram coisas boas da parte de Deus para nós. Trata-se de uma oferta de vida abundante! Apesar da violência e morte, há sinais de esperança, num momento de sofrimento; Deus estava me levando pelo caminho melhor. Nem sempre a missão é compreendida como deve ser, por exemplo, alguns quiseram açoitar os apóstolos (At 8.1; 22.22), mas outros queriam adorá-los como deuses (At 14.11-18); uma coisa é certa: como membros da família de Deus, saímos das quatro paredes e ganhamos a rua, gerando expectativas boas e decepções em muitas pessoas e retornamos para o lar e encontramos pessoas que nos feriram e que ferimos e abrimos a chave da oração: o perdão (Mt 6.14).

Apesar disso o sol aparece ao amanhecer de um novo dia, dissipando a escuridão, e, há momentos em que a verdade se revela e os sinais da esperança ficam visíveis. Isso possibilita a alegria, permite que homens e mulheres comemorem as coisas boas que Deus faz! 

Deus é bom!...

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Reinvenção da Roda

  Que dilema! Vivemos o fenômeno das mega-igrejas ao lado do fenômeno dos "desigrejados"! 

    Pessoas saem das igrejas porque as igrejas não expulsão mais ninguém. Só úteros e genitálias são disciplinados desde os tempos dos meus bisavós. A disciplina eclesiástica, praticamente, acabou no século XIX. Com o inicio do século XX veio a proliferação de igrejas que atendeu a demanda gerada pela insatisfação com a Doutrina e a Liturgia das igrejas históricas, manifestando-se em forma de "onda", a primeira foi o movimento pentecostal (1ª Onda de várias), hoje o problema do descrédito religioso e de todas as instituições é sério, pois a mídia que leva a mensagem noticia o escândalo, soma-se a tudo isso a saturação da criatividade; não falta mais nada para se inventar, já inventaram de tudo! E, de tudo se pode esperar, isto é, novidade nenhuma surpreende mais ninguém... Sobrou a opção de não optar; fica mais fácil criticar os outros e ficar ileso. 

    Os "desigrejados" são uma massa que alguns espertos querem travestir de opção consciente e inteligente, e, arrebanhar mais uma "parcela" deste grande mercado que virou a religião. Os desigrejados já estão se organizando para continuar na mídia, e continuam arrecadando e investindo, sustentando e bancando algum projeto de alguém com o ego tão inflado que prefere recomeçar a corrigir, ser o pioneiro da novidade do que continuar edificando sobre o fundamento antigo de Cristo e dos Apóstolos, para depois, ter que dizer para os incautos que, reinventaram a roda e recomeçaram o antigo, e, que são também a mesma Igreja de Cristo. Cíclico. Lógico. Não existe nada novo debaixo do sol.     

quinta-feira, 3 de maio de 2012

NINGUÉM PODE DETER O EVANGELHO

Por Anatote Lopes



 Já ouviram pessoas decepcionadas porque alguém da família se tornou um evangélico? Ou um comentário em alguma família da decepção com o filho ou a filha estar namorando alguém que seja evangélico? Já ouviram entre os evangélicos aquela expressão? “A casa deles é cheia de imagens”! “Misericórdia! Não gosto nem de visitá-los!” Essas expressões, assim como àqueles comentários machucam as pessoas e prejudicam a convivência familiar.A tendência é criarmos grupos isolados, o que é anticristão, antievangélico e antimissionário. Ou nos tornamos iguais ou vivemos indiferentes ou nos tornamos inimigos ou nos isolamos ou nos digladiamos. Precisa ser assim?Temos que viver em paz em uma sociedade plural; precisamos ser tolerantes, mas não negligentes com o conteúdo da mensagem e com o testemunho evangélico de tolerância em amor e compromisso com a missão, discrição e respeito a todas as expressões religiosas, sem endemonizar as pessoas que praticam ou que tem outra fé.  A má noticia é que por causa da sua opinião você pode não ser respeitado, mesmo em silêncio você poderá ser alvo de ataques; a diferença é que se permanecer calado, receberá ataques silenciosos ou não, será condenado pelos outros religiosos e antirreligiosos porque se opõem à sua consciência, a menos que negue a Jesus Cristo com suas palavras, ou com seu silêncio ou com as suas atitudes e receba o louvor dos homens e a condenação de Deus.O inimigo das almas dos homens fará de tudo para calar o testemunho do Evangelho por meio de um discurso de paz e tolerância, tanto pelas acusações de exclusivismo, quanto pelas ameaças e pela violência.Não se trata de ser exclusivista, pois o Evangelho é para ser pregado a toda criatura (Mc 16.15), não estamos julgando os outros, já que nos incluimos na mesma necessidade, pois todos pecaram (Rm 3.23), não se trata de ser mais uma religião ou de apresentar mais um deus ao panteão nacional, trata-se de salvação da humanidade perdida (Jo 3.16).A mensagem do Evangelho tem que ser pregada a todos os povos (Mt 28.19), não importa quais fronteiras terá que ultrapassar, pois o entendimento é que todas as barreiras culturais, ideológicas, políticas e principalmente religiosas, precisam ceder à verdade universal do Único Caminho, da Única Verdade e da Única Fonte da Vida Eterna que é Jesus Cristo (Jo 14.6), pois o Evangelho de Cristo não é exclusividade de poucas pessoas ou de um povo, o que estão tentando é tirar o direito das pessoas optarem por Cristo e tirar o direito das pessoas pregarem a Cristo. Hoje você pode fazer propaganda de qualquer religião estrangeira ou nacional neste país, mas a reação ao cristianismo tem crescido assustadoramente.O que leva os cristãos a pregarem o Evangelho a todos os povos e culturas é que a salvação em Cristo Jesus funda-se na igualdade de todos os homens, isto é, que todos igualmente perdidos necessitam do único Salvador. Se desprezarem o único salvador, sem exceção, estarão todos perdidos, independentes de cor, raça, credo, língua, gênero, classe social.Todos os homens foram criados a imagem e semelhança de Deus, mas a queda e a depravação alcançaram a todos os homens. A promoção da paz, da reconciliação e da comunhão entre as pessoas e tradições religiosas diferentes não se faz a custa da verdade que liberta e salva a todos os homens. Ame aos seus irmãos e anuncie o Caminho, a Verdade e a Vida para eles! Não deixe de anunciar a eles toda a verdade! Que precisam se arrepender e crer no Evangelho para que sejam salvos.



sexta-feira, 27 de abril de 2012

A RESISTÊNCIA AO MUNDO FIRMADA NA BÍBLIA COM ORAÇÃO E TRABALHO


A influência do mundo na vida dos fieis e da Igreja, também chamada de secularização, ameaça pelo desprezo da Bíblia, pelo entretenimento religioso, consequentemente pela rotina e pela falta de objetivos.
A Epístola aos Efésios é endereçada as diversas comunidades consolidadas, mas ameaçadas pela rotina e pela aparente falta de objetivos devido ao contato com o mundo pagão. Diante das ameaças da perseguição, do perigo de sucumbir à rotina da vida mundana e do ritualismo religioso sem propósito, os cristãos de Éfeso são chamados a lutar. O apóstolo exorta aos crentes a resistir, vestindo-se com a armadura de Deus para este combate contra o paganismo. A luta continua nos nossos dias ainda mais acirrada. A Palavra de Deus e a oração são as principais armas necessárias para resistir.
 A Igreja Reformada com o seu foco no Reino de Deus, na justificação por graça e fé (Romanos 1.17), vive momentos de reavaliar a rotina em que vivem e de resistir o ativismo e a tudo que se opõe a reflexão e a obediência ao ensino das Escrituras, a adoração comunitária e a vida de oração e louvor. A igreja precisa se replanejar, e, também individualmente cada irmão e irmã precisa se comprometer, pois, acima de qualquer outro compromisso está o Reino de Deus, e, obviamente o projeto da igreja é compreendido como um empreendimento do Reino de Deus, pois uma igreja que não faça parte do projeto do Reino de Deus deve fechar.
Um projeto significa: objetivos claros. Somos uma comunidade que planeja suas atividades e têm clareza confessional. Estou certo que uma comunidade que procura estratégias, imita ações de outras, pautam-se por estratégias de marketing e técnicas psicológicas não faz a diferença, pois o mundo está cheio disso. Todo esse esforço humano para promover a instituição no mundo pela secularização da igreja pode virar cansaço e desanimo.
Nosso trabalho comprometido e alicerçado na Palavra de Deus, ainda que também seja ameaçado pelo cansaço e pelo desanimo, é acompanhado da fortaleza, coragem, poder e da essência do Evangelho, mas principalmente da segurança para resistência na missão: a oração. Até o nosso Senhor, conduziu-se na sua missão com oração. Os apóstolos foram amparados mediante a oração e encontraram refugio e alimento para as suas almas.
Trabalhemos e oremos, façamos a diferença no mundo. O Senhor se aproxima! Que a misericórdia do nosso Deus nos livre da rotina da nossa casa, dos nossos interesses individuais e do ativismo das nossas agendas que nos impedem servir ao nosso Senhor comprometidos, dedicados e em espírito, orando fervorosamente e servindo diligentemente em nome do Senhor Jesus.  

Rev. Anatote Lopes
  

quinta-feira, 19 de abril de 2012

MAIS QUE SERVOS, SOMOS AMIGOS DE JESUS

Alguns dizem que são de Cristo, outros que são de alguma igreja, mas Cristo disse, “vos sois o Sal da Terra” (Mateus 5.13), e, se no Brasil, por exemplo, os mais de 20% da população que se diz evangélicos fosse o “sal da terra”, haveria uma proporção muito boa de sal para temperar e não permitir tanta podridão. Se os mais de 90% que se dizem cristãos fossem verdadeiramente cristãos, o Brasil não teria tanta imoralidade, corrupção, violência, injustiça e outras coisas horrorosas típicas de um povo que vive em inimizade contra Deus. Logo, nem todo o que se diz cristão é amigo de Cristo, o Filho de Deus.
Em João 15.14 Jesus diz: “Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.” Essas palavras de Jesus nos desafiam a obedecê-lo, pois como vou recusar uma amizade que foi conquistada em um relacionamento desde a minha existência no ventre materno, quando eu ainda era um embrião (Salmo 139.13-16); afinal, Ele é Deus e eu uma criação especial dele.
Ele disse que é nosso amigo porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas Ele sendo Senhor, Criador de todas as coisas e Autor da vida, o próprio Deus, encarna-se, revela-se, comunica o seu amor, o plano de Salvação e nos ensina o caminho do amor; não do amor bestial, egoísta e degenerado dos seres humanos depravados que buscam o seu próprio interesse, pois o homem sem Deus não sabe o que é amor! Estou falando do amor altruísta e abnegado de quem dá sua própria vida para salvar aqueles a quem ama, sendo seus amados pecadores e seus próprios inimigos.
Deus nos transforma. Dessa transformação participam apenas aqueles nos quais opera o Espírito Santo, e, isso começa ou se identifica no arrependimento e crença na verdade do Evangelho conforme as Escrituras. Infelizes os hipócritas, os ateus e todos os perdidos que não creram verdadeiramente no Evangelho da verdade conforme a Bíblia, se não se arrependerem certificarão da verdade no futuro quando for tarde demais.
Onde o Evangelho é pregado, pessoas são atraídas pelo Espírito Santo, e, recebem da mesma fé, mediante a qual, são confirmados entre os salvos pela graça, os salvos reunidos, formam com todos os salvos a “comunhão dos santos”: a verdadeira Igreja de Jesus Cristo. Não falo de igrejas como de denominação católicas, protestantes, nacionais, importadas, novas ou antigas, mas simplesmente da única, santa, católica e apostólica Igreja de Jesus Cristo, a qual reúne todos os que creram no mesmo Evangelho e nasceram de novo.
Os nascidos de novo, são os regenerados, nascidos do arrependimento e da fé, da água e do Espírito, são os nascidos como amigos e amigas de Jesus Cristo, àqueles que fizerem o que Ele manda, pois se crerem no Evangelho, não importando qual igreja escolherem para viver a comunhão dos santos em Cristo no mundo se tornarão amigos de Deus e membros da família da fé.
Uma igreja é indispensável, pois a comunhão dos santos é promovida pelo Evangelho verdadeiro e vivida comunitariamente na prática dos mandamentos deste Evangelho; na igreja estão disponíveis para a comunidade da fé os meios de graça da Oração, da Pregação Fiel da Palavra de Deus (Exposição Bíblica) e da Administração Fiel dos Sacramentos ou Ordenanças de Jesus Cristo (Batismo e Ceia do Senhor (Eucaristia)).
Os salvos são atraídos pelo Espírito Santo ao convívio e amizade com Cristo no seu corpo que é a Igreja e são preparados e capacitados para viverem como amigos e amigas de Cristo. Os que são realmente de Cristo são fortalecidos e crescem espiritualmente, porém, não sem dificuldades, mas com a segurança da salvação em Cristo, pois Jesus diz: “Não foram vocês que me escolheram; pelo contrário, fui eu quem os escolhi para que vão e deis fruto” (João 15.16). Isso significa que sabemos que somos evidentemente escolhidos de Deus, não apenas baseados na doutrina da eleição, mas em consequência de termos sido eleitos, fomos confirmados ou reconhecidos pelo fruto do Espírito (Gálatas 5.22-25).
Para dar muito fruto precisamos estar e continuar no seu amor (João 15.9), como um galho na videira que é Jesus Cristo, pois “sem mim vocês não podem fazer nada” (João 15.5), disse nosso Senhor. Os verdadeiros amigos do filho de Deus aprendem a conhecer e a observar os mandamentos do Autor e Consumador da fé: nosso Senhor Jesus Cristo; são pessoas sóbrias e humildes, têm os corações e mentes iluminados, pois conhecem e seguem principalmente este mandamento: amem uns aos outros como Jesus ama vocês (João 13.34). Não estão preocupados em ostentação de poder e de conhecimento, nem de realização de espetáculos, nem propaganda de benefícios de curas e de prosperidades, mas transmitem uma mensagem de amor, fé e esperança. Sem o conteúdo do Evangelho não existe amor, fé e esperança verdadeiros.
Os amigos de Jesus transmitem palavras de carinho, e vivem o amor de Deus em comunidade, que são igrejas; ninguém pode ser a Igreja sozinho ou sozinha, é incoerente com o próprio sentido da palavra. Às vezes as igrejas se envolvem em tantos programas que não sobra tempo para praticar o amor, às vezes se esquecem do amor que receberam e do dever de compartilhar, isto é incoerente com o que ensina o Senhor e Fundador da Igreja, o que mais importa para o Senhor e Ele quer que seja praticado por seus amigos é o amor segundo o modelo que Ele nos deu para a vida e para a adoração. A adoração comunitária a Deus que Jesus nos ensinou, e para a qual, Ele nos chama é prestada de forma simples e sincera, é muito mais interior do que exteriormente percebida ou expressada, pois é “em espírito e em verdade” (João 4.25).
Os cristãos são desafiados a avaliar a maneira de ser Igreja e de viver e atuar como Jesus espera de seus amigos, pois se Cristo nos escolheu, antes mesmo de nós nascermos, nos conquistou e salvou com seu poder por graça somente, também por graça devemos viver com amor e gratidão, entregando o nosso coração em amor a Deus e aos outros como o exemplo de Jesus Cristo, e, assim como Jesus ressuscitou em paz e glória eterna, também não nos negará a paz e a vida eterna.