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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A FILHA PRÓDIGA

Caim foi um homem invejoso e o primeiro homicida, ele não teve no seu interior uma disposição de adorar e servir a Deus, mas não curtiu que seu irmão Abel se saísse tão bem quando fez a sua oferenda. (Gênesis 4.1-16).

Embora não tivesse uma motivação adequada ao ofertar nem um critério que priorizasse o Criador, não se conformou com o bem sucedido sacrifício do irmão. Decidiu matar o inocente Abel e fugiu deixando um rastro de tristeza e de sangue por onde passou.

A vaidade leva um jovem a abandonar a sua família por causa da sensação e da aparência de liberdade, independência e poder; principalmente aos olhos dos amigos. Mais do que amor e prazer, o sexo envolve liberdade, poder e popularidade; este jovem vaidoso precisa coroar sua glória com um troféu: uma namorada.

Segue ostentando e usufruindo dos prazeres do pecado, em nome de uma nova cultura de liberalidade e hedonismo, regada a álcool e não raro, à excitação de outras drogas que, normalmente terminam em mortes, crimes horrendos contra a vida, como o suicídio e a prática do aborto.

Essa Jovem aceita o convite inconveniente do namorado para o sexo antes do casamento por considerar que ele seja bonito e rico. Depois vai morar com ele.

Não raro a consequência de um caminho errado que se entra é terrível. As consequências se acumulam; no caso do rapaz, um endividamento em consequência dos seus pecados e de um passo largo demais em busca de sua independência. Agora se vê forçado a voltar para a casa de seus pais humilhado, sem lhe ocorrer que não está sozinho.

Voltar atrás nem sempre é possível, mas na Bíblia temos um caso semelhante narrado por Jesus conhecido como FILHO PRÓDIGO. (Lucas 15.25-30).

Nesta hipótese a jovem que, gosta de se vestir bem e tem o sonho de se formar, de repente, está grávida e o “príncipe” fugiu, e, agora, a nossa jovem terá que deixar a faculdade para trabalhar e tentar sobreviver. Mas como? O patrão descobre que ela está grávida e nem assina o contrato. Ela volta para casa.

Essas loucuras passam mesmo pela cabeça de quem entrou por sua própria vontade no caminho da vaidade. O aborto é uma alternativa, mas é pecado, um crime horrível contra Deus; então, pensa em suicídio; que desatino! Também é pecado, segundo as Escrituras; mas, nossa jovem iludida, decide então contar aos pais a verdade, temendo ser expulsa de casa. Mas, recebe uma reação totalmente diferente; os pais a abraçam e perdoam; dizem que estão contentes em tê-la de volta, e que vão amar e cuidar dela e do neto que vai nascer.

A vaidade trás consequências, e, ameaçam a vida. A vaidade levou a jovem em busca do problema, mas os pais dela agem sem vaidade, não se importam com o que dirão os vizinhos, os irmãos da igreja, o que mais importa é que nenhuma vida se perca e não se abandona uma filha, muito menos se desprezaria uma filha grávida.

Coisas de coração de pai e de mãe saudável, cheios do amor e do perdão de Deus.

Vaidade? Tudo é vaidade. A vaidade e a ilusão são muito parecidas, estas palavras podem até serem sinônimas. Corre-se atrás de uma ilusão como uma pessoa louca que corre atrás do vento! (Eclesiastes 1.14), É a vaidade que faz homens e mulheres se iludirem e procurarem a felicidade nas coisas que não tem importância, em coisas fúteis, ou em coisas imorais e pervertidas. (Eclesiastes).

Grande vaidade é o prazer pelo prazer e o prazer de exibir sua privacidade; pessoas sensatas não expõem suas intimidades, pois são recatadas; mas, as pessoas insensatas expõem o tempo todo a sua imoralidade e perversidade em público nas redes sociais sem qualquer recato ou cautela para seduzir as pessoas incautas. Porque são loucamente vaidosas e não são boas diante de Deus. (Capítulo 7.26).

As pessoas vaidosas rapidamente se esquecem do quanto eram felizes, desprezam a verdadeira felicidade que, algumas delas, já usufruíram na igreja e na família e saem em busca de prazeres passageiros, desprezam valores e princípios eternos, revelados por Deus, pois a vaidade, a mais louca ilusão, faz as pessoas trocarem o que é eterno pelo que é efêmero.

Pela fé em Jesus Cristo contemplamos uma vida plena de justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Romanos 14.17); novos valores e novos sentidos à vida humana; além das coisas materiais, das diversões e dos prazeres sexuais desfrutados de forma lícita e ordenados.

Pela fé temos vida abundante, preciosa e eterna, em Jesus, temos a benção de uma vida, desde já, plena e santa. (João 10.11).

A presença de Jesus em seu coração, realmente te capacita a confessar os seus pecados, sem racionalizar com o padrão mundano e o engano do diabo que sugere a morte e a escravidão (I Coríntios 15.10); para olhar para as coisas do mundo e enxergar um leque de possibilidades à luz da Palavra de Deus, compreendendo que, tudo que somos, temos e fazemos em Deus é bom, fora de Deus, tudo é vaidade e ilusão, para discernir o que é passageiro e o que é eterno, o que edifica e o que não edifica; o que é impuro e o que é puro. (Gálatas 4.6; Tito 1.15). A presença de Jesus é a Salvação que Ele nos comprou com a sua própria morte na cruz, o verdadeiro Caminho, a Verdade e a Vida plena em Jesus Cristo. (João 14.6). 


Anatote Lopes, IPB, 2013