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quarta-feira, 4 de março de 2015

UM ‘PERFUME’ PELO DIA INTERNACIONAL DA MULHER


À Juliane Lopes e a todas as mulheres que compartilham conosco da graça da Vida,
“Gaio – Proponho-me agora falar em nome das mulheres, para lhes tirar dos ombros a vergonha. Pois assim como a morte e a maldição entrou no mundo por causa da mulher, também dela vieram a vida e a saúde. Deus enviou seu Filho, nascido de mulher (Gl 4:4).
– Para mostrar o quanto as que vieram depois abominavam o ato da sua mãe – continuou –, no Antigo Testamento, as mulheres desejaram filhos na esperança de que uma delas fosse, quem sabe, a mãe do Salvador do mundo. E digo mais. Quando veio o Salvador, foram as mulheres que se alegraram nele, antes mesmo dos homens e dos anjos.
– Nunca li que homem algum tenha dado a Cristo sequer um centavo – acrescentou ele –, mas as mulheres o seguiam e o serviam, dando-lhe o que tinham. Foi uma mulher que lhe lavou os pés com lágrimas, e também uma mulher que lhe ungiu seu corpo para o sepultamento.
– Eram mulheres que choravam quando ele se encaminhava à cruz – disse –, e foram mulheres que o seguiram depois de descido da cruz e fizeram vigília diante do sepulcro onde ele foi enterrado. Quem primeiro encontrou a Cristo depois da ressurreição também foram as mulheres, e elas levaram aos discípulos a notícia de que ele havia ressurgido dos mortos. As mulheres, portanto, contam com muitas dádivas de Deus, e mostram com isso que compartilham conosco da graça da Vida.”
“Pois que todas as doutrinas desta vida gerem em você maior desejo de sentar-se à mesa da ceia do Senhor”
Dedico-lhe por ocasião do Dia Internacional da mulher este ‘extrato’ de: “A Peregrina”, de autoria de John Bunyan.

Anatote Lopes