Total de visualizações de página
segunda-feira, 27 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
SANTÍSSIMA TRINDADE - CREMOS EM UM SÓ DEUS, CRIADOR, SALVADOR E SANTIFICADOR
O Rev. Guilherme é um ministro anglicano octagenário. Eu tive a oportunidade de conversar pessoalmente com ele, ouvir seus sermões algumas vezes, ter alguns momentos de Comunhão e de refeições com ele e outros irmãos no salão social da Catedral da Ressurreição em Brasília.
Tenho sido edificado ao ler suas mensagens, e, decidi compartilhar esta pérola recém recebida do reverendo, com os meus agradecimentos, e expressar a minha saudade de Brasília, da família e dos amigos, inclusive dos amigos da comunidade anglicana da Catedral em Brasília.
Domingo da Santíssima Trindade – ANO A – Reflexão nº 37
1ªLeitura: (Gênesis 1:1 e 2:3) - O Deus Eterno é o Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis.
2ªLeitura: (II Coríntios 13:11-13) - A graça, o amor e a comunicação do Deus Triuno com todos os que nele crêem.
3ªLeitura: (Mateus 28:16-20) - O batismo em nome da Trindade Augusta e Santa.
CREMOS EM UM SÓ DEUS, CRIADOR, SALVADOR E SANTIFICADOR
Hoje é o primeiro domingo depois de Pentecostes, dia que a Igreja escolheu para lembrar aos cristãos que o Deus em quem nós cremos é a Santíssima Trindade, conforme está expresso nos credos apostólico e niceno, e que essa nossa crença não é oriunda de especulações racionalistas porque homem algum jamais teve e jamais terá a capacidade de conceber, entender e explicar pela própria razão, quem é o Deus Eterno, criador de todas as coisas visíveis e invisíveis (1ª leitura).
Estudos arqueológicos e antropológicos indicam que os povos de todas as épocas e de todas as civilizações têm procurado e investigado a origem de todas as coisas e acreditado na existência de um Ser que as criou.
Os antigos gregos, assim como outros povos, acreditavam na existência de deuses e diziam que entre as coisas existentes primeiro apareceu o Caos, espaço sideral ou céu, que eles chamavam de Ouranos; depois Gea, a terra, que era rodeada por um imenso rio chamado Oceano.
“O sol ainda não esparzia a sua luz, nenhum corpo tinha a forma que devia ter e todos juntos se obstaculavam uns aos outros... Deus colocou cada corpo no lugar que devia ocupar e estabeleceu as leis que formariam a união deles” (Ovídio).
Estes pensamentos estão em conexão com o relato bíblico sobre a criação: “No princípio criou Deus o céu e a terra. A terra, porém, era sem forma e vazia e havia trevas sobre a face do abismo e o Espírito de Deus se movia sobre as águas” (Gênesis 1:1-2).
Os pensamentos e o texto bíblico citados falam apenas sobre as coisas criadas por Deus, “porque todas as coisas foram feitas por Ele e sem Ele nada do que foi feito se fez” (Ev. João 1:3), mas não falam sobre quem Ele é, pois, como já foi dito, nenhuma pessoa humana tem capacidade de explicar quem é o Deus Eterno. Sendo anterior a tudo e a todos, só Ele pode falar de Si mesmo e apresentar-se, e para fazê-lo, escolheu fenômenos da natureza, como o fogo, o vento, os relâmpagos, os trovões, etc.
Quando manifestou-se a Moisés no Monte Horebe, fê-lo em forma de labaredas de fogo, na sarça. Moisés perguntou-lhe: como é o teu nome? E Ele respondeu: “EU SOU O QUE SOU” (Êxodo 3:14), isto é: “Eu sou aquele que era, que é e que há de vir; o Eterno; o Alfa e o Ômega; o Princípio e o Fim” (Apoc. 1:8 e 22:13).
Deus não quis dizer o seu nome a Moisés, mas alguns nomes foram atribuídos a Ele.
Entre os vários nomes dados estão Eloah e Eli, em hebraico, Eloí em aramaico, e Elahh, em caldaico, mas o que inspirava maior respeito e reverência aos judeus era Javé, representado pelo tetragrama YHVH, e pronunciado uma vez por ano somente pelo sacerdote no dia da expiação (Levítico 16:34).
Os povos sempre quiseram ver Deus e por isso muitos fizeram para si imagens dos seus deuses para os cultuar.
O Deus Eterno sempre falou e dialogou com Israel, seu povo, através de pessoas que Ele escolheu para serem seus porta-vozes e prometeu enviar um Messias para o libertar, mas nunca foi visto por ninguém.
“Ninguém jamais viu a Deus mas o Seu unigênito é que o deu a conhecer” (João 1:18)
Deus se tornou conhecido pessoalmente através do seu Filho, Emanuel, que quer dizer: Deus conosco. Jesus disse: “Quem vê a mim vê o Pai” (João 14:9).
“Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo seu próprio Filho” (Hebr. 1:1-2).
O Filho veio com a missão de cumprir a vontade do Pai e ao terminá-la, antes de voltar ao Pai, soprou sobre os seus discípulos dizendo: “Recebei o Espírito Santo”.
Finalmente, ao enviá-los em missão, concluiu: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”, isto é: em nome da Santíssima Trindade (3ª leitura).
Os discípulos, depois de serem revestidos de poder do alto, concedidos pelo Espírito Santo no dia de Pentecostes, saíram pelo mundo pregando a mensagem do Evangelho de Cristo e ensinando todas as coisas que Ele ordenou que ensinassem.
Devemos sempre reafirmar a nossa fé naquele que sendo Pai, Filho e Espírito Santo é um só Deus, Criador de todas as coisas, Salvador dos seres humanos e Santificador dos que os seguem.
É muito bom ouvirmos ao fim dos cultos a impetração da bênção feita pelo ministro: “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós, agora e sempre” (2ª leitura). Ou ainda: “Que a bênção do Deus Onipotente: Pai, Filho e Espírito Santo seja convosco e convosco habite eternamente. AMÉM.
190611 Rev. Guilherme Luz.
sábado, 4 de junho de 2011
A BÍBLIA X PL 122
O ato foi contra a tramitação do projeto de lei que criminaliza a prática da homofobia (PL 122), aprovado na Câmara, está agora aguardando votação no Senado. Os manifestantes exibiram cartazes com dizeres "Daqui a pouco vão dizer que a Bíblia é homofóbica", "love my family" e "Pela união entre o homem e a mulher". Obviamente que os militantes da causa já declararam que a Bíblia é homofóbica e reafirmam a necessidade de criminalizar o que chamam de “discurso do ódio”, da parte dos cristãos que criticam o comportamento homossexual.
Num canto do gramado, cercado por 50 policiais militares. Os ativistas lésbicas, gays, bissexuais e travestis, exibiam cartazes: "Sou LGBT e Jesus me ama", "Matar homossexuais não é coisa de Deus" e "Você já deu um abraço no seu filho gay hoje", apesar das provocações com palavrões horrorosos e baixarias que não convém repetir, tudo correu pacificamente, o que deveria ser motivo de observação elogiosa da parte das autoridades que cuidavam da segurança. Se houvesse tumulto da parte dos cristãos a tropa presente seria incapaz de conter a multidão, mesmo que fosse de 20 mil presentes, como diz a globo, se bem que sites de notícias e opinião na internet informam números de 25 a 70 mil manifestantes. A criadora deste projeto é uma ex-deputada do PT, a atual defensora da causa gay é a deputada Marta Suplicy (PT-SP). A presidente da república sempre demonstrou afinidade com a comunidade de gays, lésbicas, bissexuais e travestis, e financiou com verba da presidência da república a Conferência da Cidadania LGBT.
Não será uma lei que irá mudar a consciência dos cristãos, nem o conteúdo do evangelho que sobreviveu as mais terríveis perseguições, no entanto, a esperança de alguns é que o Senado crie o terceiro sexo e uma cidadania que tenha um tratamento especial e a proteção especial do Estado.
Essa lei para beneficiar uma minoria, não fará muita diferença em tempos de apostasia, mas a manifestação dos cristãos é um sinal de que não estamos coniventes, nossa consciência e cidadania precisam ser respeitadas, e mesmo que não aceitem a Bíblia como fonte de autoridade, não podem tirá-la de nós, nem forçar-nos a abandoná-la.
O respeito à vida privada das pessoas e suas decisões e opiniões deve ser cultivado entre os cristãos, mas de forma alguma, a rejeição de uma nova moralidade que não respeita os princípios cristãos e a autoridade da Bíblia poderá receber a alcunha de “homofobia”, e condenada como crime inafiançável.
sábado, 28 de maio de 2011
O TEMPLO AO DEUS DESCONHECIDO
Desde o tempo mais remoto o ser humano busca a origem de todas as coisas e de sua própria existência. Os gregos orgulhosos e mergulhados em suas filosofias denominaram o momento em que todas as coisas começaram a existir de CRONOS, apesar de todo o esforço não conseguiram alcançar à verdadeira e única origem de todas as coisas dentro do tempo e do espaço infinitos do cronos. A humanidade desde a antiguidade e especialmente no mundo grego se tornou religiosa, cuidadosa em cultuar todas as divindades, e para que não se omitisse nenhuma, ergueu-se em Atenas um altar “AO DEUS DESCONHECIDO”.
Em Atenas existia um espaço público onde filósofos, religiosos, políticos e intelectuais discursavam suas idéias, por isso levaram a Paulo para este lugar, a fim de ouvir o que ele ensinava. O apóstolo aproveitou a oportunidade e a própria religiosidade dos atenienses e anunciou-lhes o Evangelho: “E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Homens atenienses, em tudo vos vejo um tanto religiosos; porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais, não o conhecendo, é o que eu vos anuncio. O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas;” (Atos 17.22-25).
Como no tempo em que os apóstolos escreveram as Escrituras existe hoje uma diversidade de fé e uma forte religiosidade no meio do povo que se dirige semanalmente para os espaços improvisados ou templos, para prestar cultos aos seus diferentes deuses, ou seja, diferentes maneiras de se adorar um deus, que corresponda aos seus caprichos, ansiedades e necessidades.
O apóstolo faz referência ao templo ou altar com a inscrição “AO DEUS DESCONHECIDO”. Começando a apresentar Deus a eles dizendo: “Ele fez o mundo e tudo o que nele existe e não habita em templos feitos por mãos humanas, pois dele e para ele provém e convergem todas as coisas, Ele é o doador da vida, porque nele vivemos nos movemos e existimos como disseram os vossos poetas”. Claramente demonstrando que eles não precisavam de um novo templo ou altar, mas de conhecer o DEUS VERDADEIRO, o gerador ou criador.
“A mútua atração universal dos seres” conforme diziam os antigos gregos, é o amor, que para o apóstolo Pedro é o vínculo que deve unir os irmãos, em uma vida cristã exemplar (I Pedro 3.8-18). A religiosidade continua abundante e se “multiplicando” (entre aspas), mas não há conhecimento do Deus verdadeiro, porque não há amor nas motivações religiosas.
Até mesmo, entre muitos dos que se dizem cristãos, o Deus Vivo e Verdadeiro continua “DESCONHECIDO”.
No amor se conhece o adorador do Deus vivo e verdadeiro, por exemplo: quando se vive uma religiosidade para atacar os seus semelhantes, a qual é motivada por sentimentos orgulhosos, evidencia-se a ausência do amor, não se conhece o amor, ou seja, não se ama (I João 4:8), “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.”
Jesus disse: “Como o Pai me amou eu também vos amei; permanecei no meu amor; se guardardes o meu mandamento permanecereis no meu amor; e o meu mandamento é este: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Eu Sou a videira verdadeira, vós sois os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto, porque sem mim nada podeis fazer. Nisto é glorificado meu Pai em que deis muitos frutos” (João 15.1-9).
Existem numerosas espécies de videiras. A videira verdadeira, que produz uvas é a vitis vinifera, que em linguagem figurada representa toda a nação de Israel. “Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste” (Salmo 80.8). “Porque a vinha do senhor dos Exércitos é a casa de Israel” (Isaías 5.7). A igreja em Cristo é o Israel do Novo Testamento. Porquanto Cristo se apresenta como a videira, e, nós como galhos da videira verdadeira devemos produzir frutos do Espírito do Deus Verdadeiro para não sermos cortados e queimados; a uva é um fruto. “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” .(Gálatas 5.22, 23).
Coisas diferentes, presentes no desconhecimento do Deus vivo e verdadeiro manifestam as obras da carne. Confira nas Escrituras a sua lista: “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. (Gálatas 5.19-21)
segunda-feira, 23 de maio de 2011
IGREJA AUTÊNTICA
Quando a missão presbiteriana chegou aqui em 1943, o primeiro missionário não buscava o conforto e a prosperidade de uma linda cidade como a Dracena dos nossos dias. Quase nada do que temos hoje existia no tempo da origem da Igreja Presbiteriana de Dracena.
Este pioneirismo, marca da Igreja Presbiteriana de Dracena, confirma a sua idoneidade. Hoje são poucas igrejas, pastores e sacerdotes verdadeiros e idôneos.
Uma denominação de igreja seja ela qual for é insuficiente para identificar uma igreja autêntica. Igrejas nascem de cismas religiosas injustificáveis, com o pretexto de uma visão, com motivações carnais, a pretexto de se promover um crescimento doentio de igrejas sem o Evangelho.
O Evangelho de Jesus na oração sacerdotal do Senhor, no evangelho de João, capítulo 17, mostra a unidade da comunidade trinitária, um só Deus, como o modelo e paradigma para a unidade daqueles que o Pai deu ao Filho: A sua Igreja.
O nosso maior problema, a Salvação das almas, já foi resolvido na Cruz. Fica claro agora que, a nossa missão de evangelizar, começa e se desenvolve dia-a-dia no compromisso com o Evangelho.
A identidade e o caráter são determinantes da credibilidade do evangelho que nós pregamos para abrir as portas da alegria e da esperança para as pessoas.
Logo, evangelizar começa com atitudes que evidenciam um viver no Evangelho, e, a unidade da igreja é uma marca histórica da Igreja que prega o Evangelho no poder do Espírito Santo.
Não basta pregar e agregar adeptos, é necessário anunciar o Evangelho e não tentar amordaçar o Evangelho deixando de manifestar o amor e a unidade do corpo de Cristo que é a Igreja.
sábado, 19 de março de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
IGREJA PRESBITERIANA DE DRACENA
Uma Igreja Autêntica, Reformada, moderna e Transformadora.
Organizada em 1959, fruto do labor missionário de irmão que amaram esta terra e nela anunciram a Salvaçao desde 1943.
A Igreja Presbiteriana de Dracena é Autêntica, Reformada, Moderna e Transformadora. É parte da única e verdadeira igreja de Jesus Cristo; preservada e sustentada por todo o globo terrestre; parte da Igreja Presbiteriana do Brasil - IPB - implantada no Brasil em 1859 por ocasião da chegada do missionário americano A. G. Simonton e integra a comunidade internacional de igrejas originárias da Reforma Protestante deflagrada na Alemanha por Martin Luther (Lutero) no dia 31 de Outubro de 1517 e do presbiterianismo que surgiu na Escócia sob a liderança de John Knox em 1533. Sua teologia foi organizada pela mais inteligente mente do final do período da Renascença e início do Iluminismo, cuja influência está presente em todas as igrejas reformadas e na sociedade européia e americana, o erudito filósofo, humanista, com formação em Direito, Letras e Teologia, alcançou o grau de doutor em todas elas, estadista, Pastor de Genebra, na Suiça, John Calvin (Calvino). Rege-se pela Constituição Interna, Código de Disciplina e Princípios de Liturgia da IPB. Portanto, é Bíblica na sua pregação, Celebração dos Sacramentos e na prática da disciplina; fervorosa na oração e racional na adoração; relevante na cidade onde está estabelecida desde 1959; na "Cidade Milagre", Dracena - São Paulo.
Autêntica porque ensina o conhecimento de si mesmo e da condição em que se encontram todos os homens.
Reformada, ou seja, aceita a identidade histórica, doutrinária e liturgica e como ensinos bíblicos os ensinamentos dos reformadores e adota o moto da Reforma: "Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est" (Igreja Reformada Sempre se Reformando). A igreja de Dracena aceita o desafio de tornar vivas para a sua geração e para as novas gerações, as mesmas verdade bíblicas resgatadas pelos reformadores em seu próprio tempo, exercendo um serviço fiel, arrojado, dinâmico e impactante, sem aceitar doutrinas e métodos que firam os ensinos da Escritura, os padrões de fé da IPB, seus Princípios de Liturgia, sua eclesiologia, e as decisões do Supremo Concílio da IPB.
É moderna sem deixar de Bíblica e atual sem deixar de ser tradicional. É o encontro de tradições cristãs e novidades, pois a Bíblia continuará sendo atual, suficiente e indispensável e estará sempre acima de quaisquer tradições humanas e modismos. Tranformadora; por isso programa mudanças e as considera à luz da Escritura. Cria um ambiente onde o moderno e o tradicional ao mesmo tempo estão presentes e submissos a Palavra de Deus proporcionando, espiritualidade e comunhão, e ao mesmo tempo prazer e descontração, cura e entusiasmo. Onde fazemos tudo para a glória de Deus com grande alegria, e desfrutamos do amor de Deus em comunhão espiritual, e do perdão de Deus, não considerando os nossos pecados, mas Cristo que nos perdoou e nos acolheu em seu amor eterno, Nele somos um.
domingo, 23 de janeiro de 2011
ORAI SEM CESSAR
I Ts 5.17
Os pastores e presbíteros às vezes são surpreendidos com a pergunta: ― Quantas horas por semana o senhor ora? Essa pergunta é muito perspicaz. Mas, com todo respeito, e, contando com a compreensão de quem pergunta, prefiro não responder, e depois pedir sua atenção ao meu parecer sobre o assunto por trás dessa pergunta.
Um homem que declara orar e jejuar tantas e tantas vezes por dia pode estar sendo carnal, mesmo que não minta quanto à regularidade da sua agenda de oração. A questão é que "orar sem cessar" passa muito mais pelo aperfeiçoamento de um caráter do que pelo exercício religioso, pela regulamentação de períodos de oração e padrões de espiritualidade. Para obedecer ao que preceitua o imperativo: "Orai sem cessar" é essencial uma postura da alma, uma busca do coração, o que obviamente transcende a disciplina de devoção e a diligencia do dever.
Um homem que ora e jejua pode se sentir um "super crente", como o que muito estuda e pode se sentir auto-suficiente, pois numa busca tão ascética de jejum e oração a pessoa facilmente pode permanecer auto-dependente e involuntariamente carnal.
Orar com o corpo não pode ser reduzido ao prostrar-se ou ajoelhar-se, mas estar onde Deus quer e fazer a vontade de Deus. Orar com o coração não pode ser reduzido à emocionalidade, introspecção religiosa e contemplativa, mas ocupar o pensamento em cultivar o amor e desejos de prosperidade, paz e unidade para com todos. Orar com Palavras é comunicar a Salvação e guardar a boca para não falar insensatamente ou levianamente.
Orar sem cessar é aprender os princípios da oração do Pai Nosso e vivê-los, e, não simplesmente rezar negligentemente como quem faz promessas de dar a Deus louvor, viver com simplicidade para Ele e fazer a vontade dEle, ser grato pelo necessário e um bom mordomo de tudo quanto Deus o confiar, perdoar e resistir às tentações da vida, muito mais e continuar o curso da vida como se Deus não existisse e ignorando também o próximo. Orar sem cessar, ainda que convenha manter períodos de oração regulares, é um viver por nosso Senhor Jesus Cristo de forma produtiva e influente na sociedade.
Com nossos atos honramos o nome que pronunciamos com os nossos lábios em cada uma de nossas orações, sejam poucas ou muitas se fala a nós Mateus 15.8: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.” Talvez ainda seja possível voltar atrás e corrigir, mas se mudarmos a nossa atitude, a partir daqui e de hoje em diante, teremos muito mais unidade, paz e prosperidade nessa cidade.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
SIGA ESTA ESTRELA
A Bíblia nos exorta a oração pelas autoridades, independente de nossas preferências. A autoridade política, mesmo que tenha mais ou menos aprovação popular, pode nos decepcionar; logo, o Senhor cuidadosamente nos adverte a seguir o caminho apontado pela estrela de Belém, JESUS! Não confieis nesta ou naquela estrela, mas no indicado Salvador e Rei dos Reis. Não importa em quem tenhamos votado nas últimas eleições, isso não fará a menor diferença agora.
No início deste ano testemunhamos a subida da rampa do Palácio do Planalto pela primeira presidenta do Brasil. Embora as luzes e os focos apontassem para Marcela Temer, a personagem principal desta cena é Dilma. Na fundação do partido da presidenta, a campanha era ―Siga esta estrela, filie-se no PT. Mas é claro que não devemos depositar nossa paz e segurança nela ou em seu partido, que tem como símbolo uma estrela. Nossa esperança continua em nosso Senhor Jesus Cristo, o qual teve o lugar de seu nascimento apontado por uma estrela: um sinal luminoso no céu que conduzira os magos do oriente até a casa de Belém onde encontraram sua mãe, Maria, com o menino, Jesus, e o adoraram, entregaram-lhe presentes e retornaram cuidadosamente para que não morressem nas mãos da autoridade política.
Percebemos que os magos não bajularam ao Rei Herodes, não presentearam a mãe do Salvador e nem lhe deram culto, mas somente a Jesus honraram com oferendas e adoração, conforme lemos: ― "E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra."
(Mateus 2.10,11). Jesus é a luz das nações apresentada pelo profeta Isaias: ― "As nações se encaminharão para a tua luz, e os reis para o resplendor da tua aurora." (Isaias 60.3). E, ― "Também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até as extremidades da terra." (Isaias 49.6b). Soli Deo Gloria.
No início deste ano testemunhamos a subida da rampa do Palácio do Planalto pela primeira presidenta do Brasil. Embora as luzes e os focos apontassem para Marcela Temer, a personagem principal desta cena é Dilma. Na fundação do partido da presidenta, a campanha era ―Siga esta estrela, filie-se no PT. Mas é claro que não devemos depositar nossa paz e segurança nela ou em seu partido, que tem como símbolo uma estrela. Nossa esperança continua em nosso Senhor Jesus Cristo, o qual teve o lugar de seu nascimento apontado por uma estrela: um sinal luminoso no céu que conduzira os magos do oriente até a casa de Belém onde encontraram sua mãe, Maria, com o menino, Jesus, e o adoraram, entregaram-lhe presentes e retornaram cuidadosamente para que não morressem nas mãos da autoridade política.
Percebemos que os magos não bajularam ao Rei Herodes, não presentearam a mãe do Salvador e nem lhe deram culto, mas somente a Jesus honraram com oferendas e adoração, conforme lemos: ― "E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra."
(Mateus 2.10,11). Jesus é a luz das nações apresentada pelo profeta Isaias: ― "As nações se encaminharão para a tua luz, e os reis para o resplendor da tua aurora." (Isaias 60.3). E, ― "Também te dei como luz para os gentios, para seres a minha salvação até as extremidades da terra." (Isaias 49.6b). Soli Deo Gloria.
domingo, 2 de janeiro de 2011
O Consolo do Natal para um feliz ano novo!
Depois de um período festejando o Natal entramos no ano de 2011 com muitos sonhos. Não apenas sonhos, trazemos preocupações e tristezas também. Os dissabores de 2010 produziram uma nuvem que nos impede ver... Quantas bênçãos recebidas!
Algumas pessoas necessitam de consolo para que tenham esperança de um 2011 de muito mais bênçãos e realizações. A palavra “Consolo” vem do latim cum+solis e significa “com sol”.
Precisamos de consolo e essa é a missão do Espírito Santo. O profeta Isaías adverte: “os abrigos que vocês confiam não são seguros” (Is 28.17), quando não confiamos em Deus. Chuvas torrenciais são certas. Problemas, dificuldades, desventuras, temos uma “Defesa Civil” em estado de alerta? O texto bíblico trata da falsa segurança, e enchentes são figuras para descrever o castigo sobre Judá que se afastou do único que poderia resolver o problema.
Jesus é o fiel alicerce contra o poder destruidor das “enchentes” e de todas as “catástrofes”. “O Senhor, nosso Deus, diz: Consolem, consolem o meu povo” (Is. 40.1). Tais palavras fora uma previsão meteorológica, alertando, preparem-se para o temporal que se arma no horizonte. Mas o Senhor está dizendo: Estou aqui e não os abandonarei.
Há vidas encobertas sob nuvens de coisas, vidas sem sol. Aliás, os cristãos escolheram o 25 de dezembro, dia em que os gregos antigos lembravam o nascimento do deus-sol, exatamente para lembrar que coisas e criaturas jamais podem consolar. Jesus é o nosso Sol, o consolo do Natal. Nós temos o consolo, temos Cristo, o nosso Natal, o nosso Sol a brilhar, Sua luz a nos guiar e Vida abundante no resplendor de Sua luz para um 2011 de sucesso.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
ORAÇÃO DE ARREPENDIMENTO
Por João Calvino
Senhor Deus, Pai eterno e Todo-Poderoso, reconhecemos e confessamos diante de tua santa majestade que somos pobres pecadores. Nascidos na escravidão do pecado, propensos ao mal, incapazes por nós mesmos de fazer o bem, transgredimos todos os dias e de várias maneiras os teus santos mandamentos, e atraímos sobre nós, pelo teu justo juízo, somente a condenação e a morte.
Porém, Senhor, sentimos uma viva dor por tê-lo ofendido; condenamo-nos, a nós mesmos e aos nossos defeitos, com verdadeiro arrependimento; recorremos à tua graça e te suplicamos que venha em ajuda a nossa miséria. Queira por isso ter piedade de nós, Deus bondoso, Pai misericordioso, e perdoa-nos os nossos pecados pelo amor de Jesus Cristo, teu Filho, nosso Salvador.
[Apagando as nossas manchas], concede-nos e aumenta-nos continuamente as graças do teu Santo Espírito, para que, reconhecendo cada vez mais as nossas falhas, sejamos vivamente tocados, e reneguemos tudo em nossos corações que não sejam das porções dos frutos de justiça e santidade, que te sejam agradáveis, Pai de amor, por Jesus Cristo o nosso Senhor.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
VIVENDO CADA DIA PRIORIZANDO JESUS
A cada dia as reuniões de planejamento e administração eclesiástica seguem as urgências e os interesses pessoais daqueles que deveriam colocar em primeiro lugar o cuidado do rebanho.
A maneira antiga de dirigir a igreja estabelecia um calendário eclesiástico voltado para o anuncio do evangelho, e, as reuniões de culto e as atividades da igreja priorizavam as datas deste calendário: as comemorações do Natal, Paixão de Cristo, Páscoa, Ascensão e Pentecostes.
Hoje comemoramos datas comerciais como dias de pais, mães e crianças e dias do homem, da mulher dos presbíteros, dos diáconos, dos jovens e dos idosos, mas é comum no natal ou na páscoa, a igreja estar pouco atenta a importância dos eventos da história da Salvação que essas datas lembram.
Hoje seria o ultimo dia do ano eclesiástico. Podemos resgatar, retomar o uso do calendário eclesiástico, fazer nossas homenagens às pessoas fora do culto divino e recomeçar a anunciar o Natal quatro domingos antes do dia 25 de dezembro, valorizando o dia do Senhor e as boas novas de Salvação, anunciar o Evangelho e a causa do Evangelho deve voltar a ser a prioridade dos evangélicos.
Rev. Anatote Lopes
Assinar:
Postagens (Atom)

